sexta-feira, 3 de julho de 2015

Acusado de roubo chora ao reconhecer juíza como sua amiga de infância; vídeo

Suspeito de roubar um carro usado no assalto a uma residência se emocionou ao reconhecer Mindy Glazer, com quem estudou no ensino fundamental. "Nós jogávamos futebol [americano] juntos e olha o que aconteceu", afirmou a americana

ACUSADO CHORA AO DESCOBRIR QUE JUÍZA ERA SUA AMIGA DE INFÂNCIA (Foto: REPRODUÇÃO/YOUTUBE)

O julgamento de um homem suspeito de roubar um carro nos Estados Unidos se tornou um reencontro emocionante depois que a juíza Mindy Glazer reconheceu o réu, Arthur Booth, 49, como sendo um velho amigo de infância.
"Senhor Booth, tenho uma pergunta. Você frequentou [a escola] Nautilus?", questionou a juíza enquanto tentava conter a emoção. "Oh meu Deus! Oh meu Deus!", disse o homem ao olhar para ela. O caso aconteceu na terça-feira (30)
Booth, detido na segunda-feira por roubo qualificado de um veículo e resistência à prisão, não conteve as lágrimas, abaixou-se sobre uma mesa à sua frente e levou as mãos à cabeça.
"Sinto muito vê-lo aí. Sempre me perguntei o que teria acontecido com o senhor", disse Glazer, enquanto Booth continuava a chorar. "Ele era o garoto mais legal da escola, foi o melhor menino do ensino fundamental", afirmou. "Eu costumava jogar futebol [americano] com ele, e olha o que aconteceu."
Depois das palavras da juíza, o homem tentou falar, mas recebeu o chamado dos seguranças para deixar o local.A juíza, triste com o destino de seu amigo, deu conselhos para que o homem aprendesse a lição e mudasse de vida. "Sr. Booth, espero que você seja capaz de mudar seu comportamento. Boa sorte", disse ela. "Triste é que na idade em que chegamos...", comentou. "Espero que você seja capaz de sair desta situação bem e tenha uma vidaboa."
De acordo com um relatório sobre a prisão, Booth foi flagrado dirigindo um Honda Accord dourado que teria sido usado no assalto a uma residência. Quando um policial tentou parar o veículo, Booth acelerou, dando início a uma perseguição, informou o site "NBC News"
O acusado deve permanecer preso enquanto não pagar uma fiança de quase R$ 135 mil.

Fonte: Marie Claire



Pai processa clínica e funerária após vídeo de Cristiano Araújo morto vazar

Pai processa clínica e funerária após vídeo de Cristiano Araújo morto vazar
Cristiano Araújo
A família do cantor Cristiano Araújo, de 29 anos, que morreu em um acidente de carro na BR-153, em Goiás, entrou na Justiça com uma ação por danos morais contra a Clínica Oeste, onde foram feitas as imagens do momento em que o corpo do cantor era preparado para o enterro. Além do estabelecimento, também foram acionadas a Funerária Paz Eterna, contratada para o transporte, e a seguradora do plano funerário, cujo nome não foi revelado.
A advogada Amelina Moraes do Prado, que representa o escritório do cantor, o CA Produções Artísticas, explicou ao G1 que a ação foi protocolada na tarde de quarta-feira (1º), no Fórum de Goiânia, em nome do pai do músico, José Reis de Araújo.
“Pedimos uma indenização para a família do cantor, a título de danos morais, em função dos transtornos causados pela exposição das imagens do corpo. Além do sofrimento que eles já enfrentavam, ainda tiveram que lidar com essa situação e ficaram consternados”, disse.
O vazamento de imagens do sertanejo aconteceu no último dia 24, quando o corpo era preparado para o sepultamento. Em uma das fotos divulgadas, o músico aparece com hematomas no rosto e, na outra, ele está com o terno que vestia quando foi enterrado. Já o vídeo mostra o processo de preparação do corpo.
Em nota enviada ao G1 nesta quinta-feira (2), a Clínica Oeste reafirmou que “lamenta profundamente a divulgação de imagens do corpo do cantor Cristiano Araújo e que a família e os fãs do artista tenham de passar por essa situação”. O estabelecimento informou que ainda não foi notificado da ação, “mas tão logo seja, tomará todas as providências para apresentar à Justiça seu posicionamento”.
Já a Funerária Paz Eterna informou, em nota, que ainda não foi notificada sobre a ação. “Se assim for, vamos apresentar a nossa defesa no momento adequado”, diz o texto assinado por Haendel Bittes, sócio da empresa.
A defesa do cantor preferiu não citar valores pedidos a título de indenização e não revelou o nome da seguradora que também figura na ação. Segundo Amelina, algumas documentações em relação à companhia ainda estão sendo anexadas ao processo.
Investigação
A Polícia Civil investigou o caso e indiciou três pessoas pelo crime de vilipêndio de cadáver (desrespeito ao corpo), que tem pena prevista de 1 a 3 anos de prisão. São eles: os técnicos em tanatopraxia (procedimento de retirada dos fluídos do corpo para o enterro) Marco Antônio Ramos, de 41 anos, e Márcia Valéria dos Santos, de 39, que foram demitidos da Clínica Oeste por justa causa, e o estudante de enfermagem Leandro Almeida Martins, de 24, apontado como o responsável por disseminar os vídeos e fotos.
De acordo com o delegado Eli José de Oliveira, responsável pelo caso, Márcia foi quem gravou o momento em que o corpo do cantor era preparado por Marco, indiciado pelo fato de não ter impedido a colega. Em seguida, a mulher enviou o vídeo a Leandro, que estuda na mesma universidade que ela. O jovem, por sua vez, repassou o material para duas tias, de 39 e 40 anos.
Oliveira explicou que as tias não foram indiciadas, pois alegam que ficaram horrorizadas e excluíram o arquivo antes que terminassem de ver. No entanto, os celulares delas passam por perícia. “[O procedimento] vai confirmar essa versão de que não enviaram a gravação, que foi feita de forma desrespeitosa e humilhante. Se algo for comprovado, mesmo após a conclusão do inquérito, elas poderão ser indiciadas”, disse.
O delegado ressaltou, ainda, que não há prazo para que o laudo da perícia dos celulares fique pronto. Já o inquérito foi encaminhado ao Poder Judiciário na quarta-feira.
A advogada da família do cantor destacou que a culpa dos indiciados “é incontroversa” e que a defesa ainda aguarda dos desdobramentos do caso na esfera criminal. “Agora que houve a conclusão do inquérito, vamos acompanhar para ver como o caso será tratado na Justiça e aguardar o momento oportuno para entrar com alguma medida contra essas pessoas”, disse.
Exclusão da web
A Justiça determinou na semana passada a retirada de todas as imagens do corpo do cantor tanto do Google quanto do Facebook.
Por meio de nota enviada por sua assessoria nesta quinta-feira, o Google disse que já se manifestou formalmente perante o juízo de 1ª instância explicando a necessidade de especificação de URLs [endereços das páginas], segundo o Marco Civil da Internet, para que possa remover conteúdo. "Apenas se não for emendada a decisão é que o Google irá recorrer ao Tribunal de Justiça do Estado de Goiás para que o Tribunal aplique o Marco Civil".
O site já havia adiantado, no dia 29, que algumas imagens do caso foram excluídas após denúncias dos próprios internautas. "Em paralelo, o Google já removeu diversos vídeos do caso em questão que foram indicados por usuários como violações dos termos de uso e das políticas do YouTube", disse em comunicado.
No entanto, a assessoria do Tribunal de Justiça de Goiás afirmou que, para questionar a decisão, o departamento jurídico do Google precisa interpor um recurso. Dessa forma, no segundo grau, seria analisada a justificativa da empresa, quanto a necessidade da especificação dos links a serem removidos.
O G1 tentou novo contato com a assessoria nesta manhã para saber se houve o recurso, mas não houve retorno até a publicação desta reportagem.
Já o Facebook afirmou que não comenta casos específicos.
Morte e enterro
Cristiano Araújo e a namorada, a estudante Allana Moraes, de 19, morreram após um acidente de carro na BR-153, entre Morrinhos e Pontalina, no último dia 24, quando voltavam de um show em Itumbiara, no sul do estado. No veículo também estavam o motorista do músico, Ronaldo Miranda, e o empresário Victor Leonardo – os dois se feriram, mas já receberam alta do Instituto Ortopédico de Goiânia (IOG).
Após o acidente, Cristiano chegou a ser levado ao Hospital Municipal de Morrinhos. O médico Renato Martins Bessa, que fez o primeiro atendimento, disse que o quadro de saúde do cantor era grave. Em seguida, o cantor foi transferido em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Móvel até a capital, mas já chegou sem vida. Allana morreu ainda no local do acidente.
O corpo de Cristiano Araújo foi enterrado por volta das 12h do último dia 25, no Cemitério Jardim das Palmeiras, em Goiânia. Mais de 1,5 mil pessoas, entre familiares, amigos e fãs, acompanharam a cerimônia, segundo estimativas da Polícia Militar. Eles deram uma salva de palmas e cantaram vários sucessos do artista durante a despedida. Allana foi enterrada horas antes, no mesmo local, a poucos metros do jazigo do sertanejo.
Cristiano Melo Araújo nasceu no dia 24 de janeiro de 1986 na cidade de Goiás. Filho de João Araújo e Zenaide Melo, ele tinha três irmãos: Ana Cristina Melo Araújo - de quem é gêmeo -, Felipe Araújo e Nelson Faleiro. O cantor e Allana namoravam havia 1 ano e dois meses. Ele deixou dois filhos - João Gabriel, de 7 anos, e Bernardo, de 2, frutos de relacionamentos anteriores.
Missas de 7º dia
Imagens da missa de sétimo dia de Cristiano Araújo, de 29 anos, que morreu em um acidente de carro na BR-153, em Goiás, mostram as homenagens feitas por familiares e amigos do cantor (veja vídeo acima). A cerimônia, realizada na noite de quarta-feira (1º) no estacionamento da Paróquia Nossa Senhora da Assunção, no Conjunto Itatiaia, em Goiânia, reuniu cerca de 5 mil pessoas, segundo estimativas da Polícia Militar.
Além do pai do sertanejo, João Reis de Araújo, e dos familiares da namorada do músico, Allana Moraes, 19, vítima do mesmo capotamento, estiveram presentes os cantores Marrone, da dupla com Bruno, Gabriel Gava, Thiago Brava, além do apresentador Rodrigo Faro.
Na terça-feira (30), familiares e amigos homenagearam Allana Moraes durante a missa de sétimo dia da jovem. A cerimônia ocorreu na Igreja de Nossa Senhora Rosa Mística, em Goiânia. O pai do cantor e o irmão dele, Felipe Francisco Araújo, estiveram presentes.
Algumas pessoas usavam camisetas brancas com a foto da jovem estampada. Emocionados, o pai e amigos subiram ao altar para lembrar fatos da vida de Allana e prestar homenagens.
Fonte: G1

Transexual 'crucificada' na Parada Gay abre oito processos na Justiça


Criticada após ser "crucificada" durante a 19ª Parada Gay, a atriz e transexual Viviany Beleboni entrou na Justiça de São Paulo com processo contra o Facebook para obrigar a rede social a identificar usuários que, após o desfile, publicaram montagens de fotos dela em meio a imagens de sexo explicíto. Ela também abriu sete processos em que reivindica indenização por danos morais no valor total de R$ 800 mil.
A advogada representa a organização não-governamental ABCDS, responsável pelo trio elétrico em que a transexual desfilou.Entre os alvos estão o senador Magno Malta (PR-ES), acusado por ela de ofender sua honra durante discurso, e o deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP), apontado por supostamente ter usado montagens de fotos do desfile com imagens de sexo explícito.

A advogada de Beleboni, Cristiane Leandro de Novais, diz que, por causa das imagens após a Parada, sua cliente tem sido reconhecida e sofrido agressões verbais ao frequentar lojas.

Em um dos processos, a transexual afirma que recebeu ameaças de morte por rede social e ligações, "já tendo sido inclusive agredida em frente à sua casa". "Ela está com síndrome do pânico, não sai mais de casa por causa disso", afirmou.

O senador Magno Malta afirmou, por meio de sua assessoria, que recebeu com naturalidade a informação sobre a ação judicial por entender que é direito de Beleboni entrar na Justiça, assim como também é direito dele, senador, falar.

O senador acrescentou que não retira nenhum ponto do que falou e que entrou com uma queixa-crime na Procuradoria Geral da República contra a transexual por crime de vilipêndio, escárnio e intolerância religiosa. O G1 entrou em contato com a assessoria do deputado Marco Feliciano, que ainda não se manifestou. O Facebook disse que não foi notificado.

Ações
Na ação de Beleboni contra Malta, o juiz Marcos Roberto de Souza Bernicchi indeferiu o pedido antecipação da decisão. "Claramente o objetivo da pessoa que se dispõe a se postar em uma cruz em uma manifestação popular é de chamar a atenção por meio [de] atitude controversa e chocante. E o objetivo da artista foi alcançado, já que o choque gerou a controvérsia. Não poderia a autora esperar reação outra que não fosse a intolerância de quem assumiu o risco de ofender", disse o juiz, no despacho.

"As manifestações do réu, que constam da petição inicial, não foram exacerbadas contra a autora, já que não atingiram sua pessoa e sim o ato por ela praticado. O conteúdo das críticas manifestadas pelo réu tem cunho político e social, que são inerentes ao cargos que exerce, e, repita-se, em nenhum momento voltou-se contra a pessoa da autora. Indefiro, pois, a tutela requerida", afirmou.

Manifestação
Beleboni, de 26 anos, é transexual, espírita e chocou parte dos participantes da 19ª Parada do Orgulho LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais).  Ela se prendeu à cruz, encenando o sofrimento de Jesus, para “representar a agressão e a dor que a comunidade LGBT tem passado”. "Nunca tive a intenção de atacar a igreja. A ideia era, mesmo, protestar contra a homofobia", explicou.

Uma imagem da cruz foi capturada pelo fotógrafo João Castellano, da agência Reuters. A atriz disse que recebeu milhares de ameaças desde a publicação da foto. “Teve gente dizendo que ano que vem vão colocar fogo na parada”, contou.

Dias após a Parada Gay,  deputados evangélicos e católicos fizeram uma manifestação no plenário da Câmara contra a parada gay, a "marcha das vadias" e a "marcha da maconha". Com cartazes que traziam fotos do desfile, eles subiram à tribuna e pediram que atos públicos que "ferem a família" e a liberdade religiosa sejam transformados em "crime hediondo". Eles criticaram, sobretudo, o fato de Beleboni ter se prendido na cruz, durante a parada gay, para representar o sofrimento dos homossexuais no Brasil

Manifestação contra a homofobia na 19ª Parada do Orgulho LGBT na Avenida Paulista, neste domingo (7) (Foto: Reuters/Joao Castellano)Manifestação contra a homofobia na 19ª Parada do Orgulho LGBT na Avenida Paulista, neste domingo (7) (Foto: Reuters/Joao Castellano)
Viviany explica que, nos últimos tempos, duas conhecidas foram agredidas. Uma delas teria sido morta com quatro tiros em Porto Alegre. “Eu vejo a Parada como um protesto, não como uma festa”, disse. “Usei as marcas de Jesus, que foi humilhado, agredido e morto. Justamente o que tem acontecido com muita gente no meio GLS, mas com isso ninguém se choca.”
Em cima da cruz, uma placa foi colocada com o texto: “Basta de homofobia”. “As pessoas não sabem ler? Coloquei a placa justamente para ficar claro que era um protesto. E mais: tudo bem encenar a paixão de cristo, mas quando é um travesti não pode, não é?”.
O deputado federal Marco Feliciano publicou um texto no Facebook no dia seguinte da Parada falando sobre a manifestação de Viviany: “Imagens que chocam, agridem e machucam. Isto pode? É liberdade de expressão, dizem eles. Debochar da fé na porta denuda igreja pode? Colocar Jesus num beijo gay pode? Enfiar um crucifixo no ânus pode? Despedaçar símbolos religiosos pode? Usar símbolos católicos como tapa sexo pode? Diizer que sou contra tudo isso NÃO PODE? Sou intolerante, né?”.
Deputado Federal Marco Feliciano critica Parada Gay nas redes sociais (Foto: Reprodução/Facebook)Deputado Federal Marco Feliciano critica Parada Gay nas redes sociais (Foto: Reprodução/Facebook)
Retrato de Viviany Beleboni, que desfilou crucificada na Parada Gay no último domingo (7) em São Paulo (Foto: Victor Moriyama/G1)Retrato de Viviany Beleboni, que desfilou crucificada na Parada Gay no último domingo (7) em São Paulo (Foto: Victor Moriyama/G1)Fonte: G1

Playboy terá que indenizar Camila Pitanga e Nathalia Dill por publicar fotos íntimas

A revista 'Playboy' foi condenada a indenizar as atrizes Camila Pitanga e Nathalia Dill em R$ 330 mil e R$ 70 mil reais,  respectivamente. De acordo com o advogado da dupla, Ricardo Brajterman, a revista reproduziu fotos de cenas em que as atrizes aparecem nuas, retiradas dos filmes "Eu receberia as piores notícias de seus lindos lábios" e "Paraísos Artificiais". As fotos estamparam páginas internas da revista além de uma chamada de capa na edição de dezembro de 2012.


"A revista colocou uma chamada em destaque na capa e a manchete dizia: 'Sexo no cinema e na TV, cenas muito quentes de Nathalia Dill, Camila Pitanga, Juliana Paes e Alessandra Negrini'. Dentro da revista tinha uma matérias de várias páginas, com atrizes em cenas de novelas e seriados, usando uma foto da Nathalia Dill em 'Paraísos artificiais'. E da Camila foram três fotos do filme 'Eu receberia as piores notícias de seus lindos lábios'", contou Ricardo Brajterman ao EGO.
O processo de Camila Pitanga correu na 1ª vara cível do Rio de Janeiro. Já o de Nathalia, na 44ª vara cível. De acordo com o advogado, Alessandra Negrini e Juliana Paes também tiveram suas fotos expostas, mas não chegaram a entrar na Justiça.
"A 'Playboy' fez o que ela tanto repudia, que é a pirataria. É lamentável que a revista, que vem sofrendo com a pornografia de forma gratuita na internet, tenha feito exatamente o mesmo ao pegar uma imagem sem autorização prévia ou remuneração e  justamente de duas atrizes que até a presente data se manifestaram que nunca irão posar em uma revista masculina. As imagens do nu no filme passam em frações de segundos de forma quase que imperceptível e dentro de um contexto", disse o advogado das atrizes, que pretende recorrer para que a indenização por parte da revista seja ainda maior.
"Vou recorrer para aumentar porque não é a primeira vez que a 'Playboy' é condenada por essa atitude e os valores fixados nas punições anterioes não serviram de desestimulo para que a revista continue agindo dessa maneira. A gente acredita que só uma condenação mais alta possa impedir que novas fotos sem autorização sejam publicadas".
Playboy vai recorrer
O EGO também conversou com o advogado da revista 'Playboy', Alexandre Fidalgo,  que discorda da versão de Ricardo Brajterman e afirma que a empresa vai recorrer da decisão da justiça.
"O que nós defendemos é que não houve nenhuma irregularidade publicada pela 'Playboy'. Foi um conteúdo jornalístico, uma crÍtica a respeito do trabalho artístico que as atrizes faziam em determinados filmes, o que é absolutamente coerente com a prooosta da liberdade da expressão. Vamos recorrer da decisão", disse Fidalgo.
Fonte: Ego


quarta-feira, 1 de julho de 2015

Juiz do Distrito Federal quer que advogados fiquem de pé para ele





Advogados que frequentam a 4ª Vara Cível de Taguatinga, no Distrito Federal, estão revoltados com uma norma interna baixada pelo juiz José Roberto Moraes Marques. Um aviso pendurado na porta da sala de audiências da vara diz que as partes e os advogados devem se levantar quando o juiz entrar no recinto (o cartaz pode ser visto na imagem acima). Os advogados consideram a obrigação um abuso. O cartaz prefere afirmar que é uma atitude de "estrito respeito ao juízo. A Ordem dos Advogados do Brasil do Distrito Federal já se manifestou contra o cartaz. Enviou à Corregedoria do Tribunal de Justiça do Distrito Federal um "pedido de providências em desfavor de procedimento adotado no âmbito da 4ª Vara Cível da Circuncrição Judiciária de Taguatinga".         

Fonte: Extra



       

Transexual que encenou crucificação em SP processa Feliciano por dano moral



A atriz e modelo transexual Viviany Beleboni entrou com um processo de indenização por dano moral contra o deputado federal e pastor Marco Feliciano (PSC-SP). Viviany foi criticada por Feliciano na Câmara dos Deputados após encenar a própria crucificação durante a 19ª Parada do Orgulho LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais) de São Paulo, no dia 7 de junho.
Em seu perfil no Facebook, Feliciano publicou naquele dia uma crítica à manifestação de Viviany na Parada. A modelo se caracterizou como Jesus Cristo crucificado e com a frase "Basta de homofobia com GLBTs". "Isto pode? Esta blasfêmia pode? Profanar nossa fé pode? Debochar de símbolos sagrados publicamente pode? CRISTOFOBIA", declarou o deputado.
Três dias depois, Feliciano foi um dos parlamentares da bancada evangélica que ostentou no plenário da Câmara uma faixa contra a utilização de símbolos religiosos cristãos na Parada Gay, além de atacar eventos como a Marcha das Vadias e a Marcha das Maconhas. "Patrocinadas com dinheiro público. Você é a favor disso?", dizia a faixa. A foto de Viviany como Jesus Cristo foi uma das imagens usadas no manifesto.
Por conta dos ataques, Viviany e sua advogada, Cristiane Leandro de Novais, entraram com ação de indenização na 1ª Vara Cível do Fórum João Mendes Júnior (SP), no último dia 23 de junho. Ela pede o valor de R$ 788 mil como retratação aos danos.
Em artigo, a transexual detalhou os protestos contra ela após o evento. "Alguns pastores compartilharam minha imagem colocando-a ao lado de outras fora do contexto da Parada Gay deste ano, fazendo lavagem cerebral sobre o protesto que era de amor e respeito. Garanto que nunca quis ferir nenhuma religião, mas sei que há quem se aproveite da educação precária de nosso país para fazer distorções a seu favor. Mesmo que tivesse representado Jesus, qual seria o problema?"
A reportagem do UOL tentou entrar em contato com Viviany, com a advogada Cristiane Leandro de Novais e com o pastor Marco Feliciano, mas não conseguiu retorno.
Fonte: UOL

Idosa de 98 anos estreia como "advogada" em jurí de homicídio



Aos 98 anos, Chames Salles Rolim pode dizer que tem experiência de sobra. Mas a vida sempre é capaz de reservar novidades: nesta semana, ela teve a sensação de trabalhar pela primeira vez em um Tribunal do Júri. Formada em Direito há apenas oito meses, dona Chames ajudou a absolver um homem acusado injustamente de matar o pai em Ipatinga, no Vale do Aço

Como ainda não passou na prova da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), dona Chames não pode atuar sozinha. Ela auxiliou a banca do advogado Jayme Rezende, chegou a fazer a defesa do acusado por 15 minutos e ficou no Fórum até o fim da sessão, que durou nove horas.

Chames Rolim pode ser a bacharel mais velha a participar de uma sessão do Tribunal do Júri. Na saída, contou aos assessores do Ministério Público como se sentia: 

— Que alegria eu experimentei na segunda-feira! Fiquei numa felicidade imensa em poder colocar meus conhecimentos em prática.

No processo, Douglas da Costa Soares era acusado de forjar um roubo para matar o próprio pai, Anedino da Costa, em 2010. Desde 2013 o acusado estava preso. Apontado como executor, Eduardo Augusto de Almeida já tinha sido condenado a 19 anos de prisão. Com a absolvição, Douglas Soares será colocado em liberdade.

Jayme Rezende, em entrevista ao jornal Diário do Aço, se disse impressionado com a força de dona Chames. 

— Vemos gente de 20 anos dizendo que está cansada. Aí, olho para uma senhora de quase um século, firme depois de um trabalho desses, e fico emocionado. É um exemplo para nós.

Em 2014, recebeu a reportagem da Record em sua casa, em Ipatinga, e mostrou que a hidroginástica a ajuda a ter disposição. Dona Chames revelou um segredo: adora beber chá com uísque.

A vitalidade da idosa ganhou a admiração dos colegas de faculdade. Chames Rolim trabalhou durante 63 anos na farmácia do marido e não conseguiu estudar na juventude porque ele era ciumento. Quando ficou viúva, conseguiu finalmente realizar o sonho de entrar para a universidade.

Fonte: R7