quinta-feira, 30 de julho de 2015

Neto de ouro: ‘Tenho que retribuir', diz jovem que adiou faculdade para cuidar dos avós


No domingo passado (26) em que se comemorou no Brasil o Dia dos Avós, o jovem Luiz Renato Tezotto, morador de Sorocaba (SP), tem um motivo a mais para celebrar: a decisão de adiar o sonho de cursar uma faculdade para cuidar dos avós que o criaram. "Chegou a hora de retribuir o que eles sempre me deram. Meu sonho pode esperar", diz Luiz, único neto do casal Horácio Tezotto, de 78 anos e Anézia Tezotto, de 75.

A decisão de abrir mão do curso de jornalismo em Bauru(SP), entretanto, não foi fácil. Luiz conta que passou no vestibular após dias e noites de estudos. Após ser aprovado, o jovem passou a fazer planos de se mudar para Bauru, a cerca que 300 quilômetros de distância, e chegou até a alugar uma casa.

Mas, depois do primeiro dia na nova moradia, um acidente mudou seus planos. “Mal tinha desfeito as malas quando recebi a notícia que meu vô tinha sofrido uma queda. Voltei para Sorocaba e encontrei ele bastante debilitado. Os dias foram passando e ele não melhorava nunca, aí descobrimos que estava com dengue. Como minha mãe trabalha fora e não tem tempo de ficar com eles, decidi que não voltaria mais para Bauru, que ficaria em Sorocaba cuidando dos dois 'velhinhos'", lembra.



Hoje, a rotina de Luiz é bastante diferente daquela que ele imaginou. Em vez de aulas, provas e festas com colegas de faculdade, o jovem passa a maior parte do dia com os avós. “Quando estou com eles tento brincar, conversar, vou com eles à padaria e coisas do tipo. Também procuro ser alguém sempre disposto a escutar e contar histórias. Tudo isso está sendo uma experiência inesperada, mas muito boa", revela.

Entre uma história e outra, ele ainda encontra tempo para estudar, já que o sonho de cursar jornalismo permanece. "Se dependesse da minha vó eu estaria em Bauru faz tempo. Ela é adepta da ideia de que filhos devem voar e serem livres. Mas não tem como ficar tranquilo estando tão distante deles", lamenta.

























Ele garante que, quando essa fase passar, logo irá encarar tudo de novo para alcançar o diploma de jornalismo e mostrar com orgulho para os pais e, claro, para os avós. “Para mim, eles são uma referência. Espero que tudo se resolva e, futuramente, tenho certeza que a oportunidade vai aparecer outra vez”, acredita.



Fonte: G1


Uma capixaba será indenizada em R$ 6 mil após ofensas em uma rede social na internet


Vítima de ofensas em uma rede social, uma capixaba será indenizada em R$ 6 mil após a esposa do homem, com quem ela teve um filho, a ofender com supostos comentários depreciativos.

Na decisão proferida pelo juiz do 1ª Juizado Especial Cível de Colatina, Jorge Orrevan Vaccarri Filho, o valor lançado à sentença deverá ser atualizado monetariamente e passar por acréscimos de juros.

De acordo com o processo, a acusada teria chegado ao ponto de postar uma foto da vítima com o seu filho de três anos de idade, seguida de ofensas em uma rede social.

Em sua decisão, o juiz entendeu que "a prova dos autos é no sentido de que a requerida, por não aceitar o filho que a requerente tem com seu esposo, utilizou-se de uma rede social para denegrir a imagem da autora", ponderou o magistrado.

Fonte: folhavitoria.com.br



Justiça condena Danilo Gentili a pagar multa milionária para a Band


A Justiça condenou o apresentador Danilo Gentili a pagar uma multa de mais de R$ 2 milhões à Band por ter quebrado contrato com a emissora, no final de 2013, e migrado para o SBT. O valor equivale a cerca de dez salários mensais de Gentili, de aproximadamente R$ 200 mil mensais. A sentença foi assinada pela juíza Maria Rita Rebello Pinho Dias na última segunda-feira (27). Sergio D'Antino, advogado de Gentili, diz que vai recorrer. 

Gentili tinha mais um ano de contrato com a Band quando deixou o Agora É Tarde. A Band pediu uma indenização de R$ 2,4 milhões, mas a juíza a reduziu para R$ 1,920 milhão em valores de dezembro de 2013, que, atualizados, ultrapassam R$ 2 milhões.

A juíza também condenou o apresentador a indenizar a Band por "danos materiais e lucros cessantes" pelos gastos "excessivos" com a contratação, em caráter de urgência, de nova equipe e apresentador do Agora É Tarde, bem como das perdas com anunciantes. Esses valores ainda serão apurados, mas Gentili só pagará à Band o que ultrapassar a R$ 1,920 milhão corrigidos.

Para Sergio D'Antino, a condenação foi exagerada. Segundo ele, Gentili ganhava R$ 80 mil mensais na Band. Como era contratado como pessoa jurídica, deveria, de acordo com o Código Civil, pagar somente metade do que faltava cumprir de contrato. Ou seja, seis meses, ou R$ 480 mil. "Nós vamos contestar", diz o advogado.

Segundo D'Antino, a Band argumentou no processo que perdeu dinheiro, por exemplo, com a Fiat, por causa da saída de Gentili, mas não anexou provas. "Tudo isso será discutido agora no recurso", diz.

Gentili deixou a Band de forma um tanto tumultuada. Dias antes de assinar com o SBT, a emissora censurou um especial de Natal do apresentador, por causa de seu conteúdo, considcerado ofensivo à data. Gentili levou para o SBT quase toda a sua equipe, de diretor a músicos e produtores. Apenas Marcelo Mansfield, que fazia locuções no Agora É Tarde, optou por ficar na emissora.

O apresentador foi substituído às pressas por Rafinha Bastos. Nas primeiras semanas de The Noite e Agora É Tarde, as produções dos programas trocaram acusações de espionagem. O Agora É Tarde foi extinto em abril, devido a uma crise na Band.

No início do ano passado, a Band tentou uma liminar (decisão judicial provisória e emergencial) exigindo a volta do humorista ao trabalho em cinco dias. Também tentou proibi-lo de estrear em outra emissora e de copiar o formato do Agora É Tarde, que apresentava desde 2011. 

A Justiça negou todos os pedidos. 

Fonte: Daniel Castro




Juíza que reconheceu amigo de infância no tribunal volta a ter 'encontro inusitado'



(Foto: Reprodução/YouTube)

Uma juíza reconheceu um réu durante um julgamento, nesta segunda-feira (27) , no tribunal de Miami-Dade, no estado da Flórida, Estados Unidos, semanas após ter reconhecido Arthur Booth, de 49 anos - um antigo amigo de infância que estava sendo julgado por roubo.
Mindy Glazer, magistrada da corte, estava julgando um pedido de extradição por fraude quando reconheceu o acusado, Alon Glenn. Os dois haviam participado do mesmo cruzeiro para o Caribe.


"Você estava no cruzeiro na semana passada? Você não me viu dançando?", perguntou o réu surpreso. "Você estava dançando? Eu estava sentada lá em cima, na sombra. Foi um tempo divertido, não?", disse Mindy. "Sim, mas isso é louco", concluiu Alan, sem graça."Você fez um bom cruzeiro? Estou feliz de estar de volta ao trabalho. Tinha que tomar conta de quatro crianças!", contou Mindy. "Foi divertido, né?", perguntou a juíza.


Assista: 


Fonte: RedeTV!


terça-feira, 28 de julho de 2015

Sonho realizado!!! Idosa aprende a ler e, aos 79 anos, se forma em universidade do Rio


Uma idosa, moradora da Zona Oeste do Rio, resolveu aprender a ler e escrever aos 67 anos. Hoje, aos 79, dona Leonides Victorino, nascida na Zona da Mata de Minas Gerais, já tem até diploma universitário em História da Arte. A história foi contada pelo RJTV, nesta quinta-feira (23).

Dona Leonides passou a infância na lavoura. Começou a trabalhar como doméstica e lavadeira, mas nunca perdeu o foco. “Eu era meio triste, as pessoas falavam que era analfabeta, parecia que tinha uma faca que cortava o coração”, contou ela.



















Foi quando ela, aos 67 anos, decidiu botar em prática o sonho de aprender a ler e escrever, junto dos cinco netos.

Em 2014, mais uma conquista. Dona Leonides se formou em História da Arte na Universidade da Terceira Idade, na Uerj. “Eu sonho grande, não sonho pequeno, não”, brincou ela.

Fonte: G1


Juiz de Direito usa Skype para promover audiência de conciliação com casal separado




Usando o Skype — programa de telefonia com vídeo pela internet —, a 2ª Vara da Família e das Sucessões de São José dos Campos (SP) fez a conciliação de um casal em uma ação sobre a guarda do filho. O processo tramitava desde 2010. A ideia de usar o programa foi do titular da vara, José Eduardo Cordeiro Rocha.

O juiz havia encontrado dificuldade em promover a audiência de conciliação entre os pais do menor, já que a mãe mora no Rio Grande do Norte e não tinha condições de ir até São José dos Campos. Embora sua advogada tivesse procuração que concedia poderes para representá-la, a representante não tinha autorização para fazer qualquer tipo de acordo.

Na audiência, ficou definido que a guarda da criança será da mãe, mas o pai terá direito a conviver com o menor. Após manifestação do Ministério Público, o acordo foi homologado pelo juiz e o processo extinto.


Outros casos


A chegada dessa tecnologia aos tribunais é recente e seu uso tem se ampliado. Em 2013, advogados passaram a poder despachar com a ministra Nancy Andrighi, do Superior Tribunal de Justiça, de casa ou do escritório, pela internet, também via Skype.

O juiz Fernando da Fonseca Gajardoni também adotou a tecnologia. Ele diz que foi motivado pelos problemas enfrentados por advogados de outras cidades, como Franca, Ribeirão Preto e São Paulo, que são obrigados a se deslocar quando precisam despachar na comarca em que ele atende.

Não é só o Skype que está despontando nos tribunais. Outro aplicativo de conversas via internet, o Whatsapp, também parece estar chegando com tudo no Judiciário. O juiz Ney Maranhão, da Vara do Trabalho de Tucuruí (PA), usou o aplicativo para avisar um réu que não era encontrado para receber a intimação.

A alternativa à intimação surgiu durante uma audiência em que testemunhas do caso repassaram à Justiça o número do celular do réu e confirmaram que ele usa o WhatsApp. “Os relatos subsidiaram o meu convencimento de que, apesar da ausência de resposta oficial, a carta rogatória expedida tinha cumprido o seu propósito”, disse o juiz.

À época, Maranhão ressaltou que a intimação pelo aplicativo só ocorreu depois que ele se certificou, por meio de novos depoimentos, que o número telefônico e a foto do perfil no aplicativo eram mesmo do réu. Então, o juiz enviou ao réu, pelo celular de um oficial de Justiça, a íntegra da sentença e o cálculo da indenização por texto e fotografia.

Já na 7ª Vara Criminal da Justiça Federal de São Paulo, o juiz Ali Mazloum oficializou a utilização do aplicativo WhatsApp, de troca de mensagens, nos trâmites do processo. O objetivo é dar celeridade à Justiça, concluindo o processo no prazo máximo de dez meses. Com informações da Assessoria de Imprensa do Tribunal de Justiça de São Paulo.

Fonte: Conjur


Golpe faz idosa se alfabetizar aos 65 anos, fazer faculdade e abrir biblioteca

Na idade onde a maioria das pessoas pensa em se aposentar, uma moradora de Itanhaém, no litoral de São Paulo, resolveu "iniciar a vida". Aos 65 anos, Lydia da Silva Gonçalves começou a estudar, se alfabetizou e, em seguida, virou estudante universitária. Após se graduar em pedagogia, ela lançou livros e abriu uma biblioteca comunitária na garagem da própria casa. A história de superação começou após a idosa sofrer um golpe.

Lydia conta que não teve oportunidade de estudar quando era pequena. Ela decidiu ir para a escola com mais de 60 anos por um motivo muito forte. “Meu pai faleceu e deixou umas terras para mim. Enquanto resolvia os documentos, o advogado fez eu assinar um papel em que eu cedia 50% das terra para ele. Não sabia porque era analfabeta. Ainda luto por isso na Justiça. Mas, a partir de então, decidi que precisava aprender a ler e escrever”, afirma.

A vontade de aprender foi muito além da alfabetização. Lydia iniciou a escola para adultos, começou na primeira série e concluiu o ensino médio. Em seguida, prestou vestibular e começou a faculdade de pedagogia. “Eu era uma aluna que dava trabalho ao professor. Ficava no pé dele todo o dia. Voltava para casa de ônibus, era longe, chegava à meia-noite. Corria atrás do meu sonho. Quando a gente quer algo, tudo é possível”, relata.

Pedagoga formada e com 77 anos atualmente, Lydia Gonçalves não parou de se dedicar após a faculdade. Apaixonada por poesias, ela já lançou dois livros. “Já li centenas de livros e dou palestras. Antigamente as pessoas não me enxergavam. A pessoa sem leitura não é nada, é cega. Eu tento passar isso para as crianças e os adultos. A maioria das pessoas do meu bairro não sabem ler”, afirma Lydia.

Como parte do sonho, a idosa montou na garagem da própria casa uma biblioteca comunitária, que já conta com mais de 1300 obras. “Abri a biblioteca na garagem e conto com a doação de livros. Faço uma parceria com a biblioteca municipal de Itanháem e com a Academia de Letras da cidade, a qual eu faço parte. Todo mundo pode chegar e pegar um livro para ler. Além disso, também auxilio as crianças do bairro com as lições de casa. Elas podem vir aqui à tarde que eu dou reforço. O livro é o melhor bem que se pode ter. O estudo ninguém pode roubar de você”, afirma a pedagoga.



O próximo passo, segundo Lydia, será cursar a faculdade de Direito. Ela afirma que fará o vestibular nos próximos dias. “Quero fazer Direito para lutar pelas crianças. Comecei a viver aos 65 anos de idade. Eu era excluída do mundo. Ninguém te ouve, ninguém te dá crédito. Pretendo ajudar quem precisa. Passarinho na gaiola não conhece o infinito. Eu voei ate o infinito”, finaliza.

Fonte: G1