Blog Oficial do Perito Contábil e Administrador Ben Hur Salomão Teixeira que atende todo o Brasil com cálculos judiciais nas áreas de Revisão de Financiamento de Veículos e Imóveis, Cálculos Trabalhistas, Revisão de FGTS (1999-2013), Dívidas Agrícolas, Cálculos para Cobrança (Atualização), Ações de Telefonia, Desaposentação, Dívidas Bancárias, Confecção de Imposto de Renda entre outros. Com notícias do mundo jurídico, contábil e administrativo, nosso canal de comunicação direto com os clientes.
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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
IPI não é repassado para o preço do carro: alta foi de 0,79%.
Fonte: UOL
Com grande estoque de carros com o IPI menor, janeiro quase não foi afetado com o aumento de 2% do imposto.
Com a volta do IPI ao preço do carro em janeiro, ainda que parcial, a expectativa do mercado era de um aumento do preço para o consumidor. Mas o aumento foi bem menor do que os 2% acrescido no imposto. O levantamento feito pela Agência AutoInforme com números da Molicar mostra que o Preço de Verdade do carro zero, isto é, o preço realmente praticado no mercado, teve um aumento de 0,79% no primeiro mês do ano.
Apesar disso, alguns carros tiveram aumentos de até 10%, como a Ranger cabine dupla e o Minibus Master e outros ficaram até 7% mais baratos, como o Jumper Furgão, Palio Weekend e BMW 760. (Veja tabela)
O grande estoque herdado do ano passado, com carros faturados com o IPI mais baixo, contribuiu para a contenção dos preços. 2013 começou com mais de 300 mil carros nos pátios das concessionárias, o que contribuiu para que janeiro se tornasse o melhor da história, com 296 mil unidades vendidas.
A tendência, portanto, é de nova alta em fevereiro, já que os estoques do ano passado acabaram e o mercado está trabalhando com os lotes faturados já com o IPI de 2% para carros 1.0 e 7% para carros até 2.0
Das 51 marcas avaliadas, onze tiveram aumento de preço acima da média do mercado, entre elas as líderes Fiat (+1,54%) e Volkswagen (+1,52%). A marca que teve o maior aumento de preço em janeiro foi a Changan, com 8,49%. Os preços da Hyundai também subiram acima da média: 2,74%. Outras sete marcas tiveram majoração nos preços, mas abaixo da média, casos da GM (+0,57%) e da Ford (+0,48%).
17 marcas mantiveram os preços estáveis e 16 apresentaram queda de preço em janeiro.
A pesquisa de preços feita pelo Molicar considera todas as marcas presentes no mercado, desconsiderando modelos que não oferecem um número mínimo de oferta, para garantir a confiabilidade da amostra. O cálculo da evolução dos preços é feito ponderando o peso de cada carro no mercado, de acordo com o seu volume de vendas.
Como será a volta do IPI
Carro 1.0: Janeiro 2%. Abril 3,5%. Julho 7%
Carro 2.0 flex: Janeiro 7%. Abril 9%. Julho 11%
Carro 2.0 gasolina: Janeiro 8%. Abril 10%. Julho 13%
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
Receita libera consulta ao segundo lote da malha fina do IR
A Receita Federal liberou nesta quarta-feira (6) a consulta ao segundo lote da malha fina do Imposto de Renda Pessoa Física. O lote inclui declarações de 2012, 2011, 2010, 2009 e 2008.
Neste lote residual estão incluídos 92.562 contribuintes, que devem receber mais de R$ 171 milhões em restituições.
Para saber se a declaração foi liberada, o contribuinte deve acessar a página da Receita na internet ou ligar para o Receitafone, no número 146.
Os valores serão depositados no dia 15 de fevereiro, na conta bancária especificada na declaração, com correções que vão de 6,60% a 48,03%, referentes à variação da taxa Selic.
Declarações
Do total de declarações do exercício 2012, serão creditadas restituições para um total de 64.289 contribuintes, totalizando R$ 119.428.129,57, já acrescidos da taxa selic de 6,60% (maio de 2012 a fevereiro de 2013). Desse total, 7.127 referem-se aos contribuintes de que trata a Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003 (Estatuto do Idoso), correspondendo R$ 28.074.185,75.
Para o exercício de 2011, serão creditadas restituições para um total de 12.546 contribuintes, totalizando R$ 27.075.957,61 já acrescidos da taxa selic de 17,35% (maio de 2011 a fevereiro de 2013).
Quanto ao lote residual do exercício de 2010, serão creditadas restituições para um total de 7.202 contribuintes, totalizando R$ 14.506495,65, já acrescidos da taxa selic de 27,50% (maio de 2010 a fevereiro de 2013).
Com relação ao lote residual do exercício de 2011, serão creditadas restituições para um total de 4.783 contribuintes, totalizando R$ 7.021.121,57, já atualizados pela taxa selic de 35,96% , (período de maio de 2009 a fevereiro de 2013).
Referente ao lote residual de 2008, serão creditadas restituições para um total de 3.748 contribuintes, totalizando R$ 3.707.995,72, já atualizados pela taxa selic de 48,03%, (período de maio de 2008 a fevereiro de 2013).
Regras
A restituição ficará disponível no banco por um ano. Se o contribuinte não fizer o resgate nesse prazo, deverá requerê-la mediante o Formulário Eletrônico (Pedido de Pagamento de Restituição), disponível na internet.
Caso o contribuinte não concorde com o valor da restituição, poderá receber a importância disponível no banco e reclamar a diferença na unidade local da Receita.
(Com Infomoney)
Fonte: UOL
sábado, 2 de fevereiro de 2013
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
Revisão de Financiamento: Reduza sua parcela em até 40% de forma legal e sustentada.
Observação Importante: Para o resultado positivo do cálculo, necessita de contratação de advogado e decisão favorável do magistrado perante a causa.
Fazemos a revisão do financiamento do seu veículo, enviamos o laudo para todo Brasil, via e mail digitalizado e assinado, e o original via correio.
Reduza em até 40% o valor da parcela do seu veículo.
A forma utilizada por bancos e financeiras ao financiar um veículo, é a mesma utilizada nos contratos de financiamento imobiliário, isso mesmo, a famosa “Tabela Price”. Como se sabe, na Tabela Price os juros são aplicados de forma composta, sendo portanto ilegal e passível de revisão contratual, pois a Súmula 121 do STF, proíbe veementemente a aplicação de juros capitalizados. Além disso, o consumidor ainda tem a seu favor o Decreto-lei nº 22.626/1933, que veda a capitalização de juros (juros sobre juros).Portanto, todos os consumidores que possuem contratos de financiamento de imóvel, financiamento de veículo, leasing, empréstimo pessoal, cheque especial e cartões de crédito, podem ingressar juntamente ao Poder Judiciário questionando os juros capitalizados (juros de juros) ilegais e abusivos praticados pelas instituições financeiras. Para sorte dos consumidores, o sistema bancário não é perfeito, existem muitas falhas, e são raros os contratos que deixam explícitas essa cobrança de juros, mas, de regra, o consumidor é ludibriado, uma vez que ele não tem conhecimentos técnicos suficientes para diferenciar os juros compostos dos juros simples, no caso do financiamento de veículos, na maioria das vezes o consumidor nem fica com alguma via do contrato assinado, principalmente se o financiamento foi feito direto na revenda ou Concessionária.
Para se ter uma idéia da disparidade da aplicação dos juros compostos (ilegais) em relação aos juros simples (devidos) que deveriam ser praticados pelo mercado financeiro, utilizo um exemplo bem simples. Considerando que você contraia um financiamento de R$ 10.000,00, a ser liquidado em 36 prestações mensais, com juros de 2,5%, sua prestação calculada da mesma forma que é calculada pelos agentes financeiros (Tabela Price) será de R$ 424,52. Utilizando essa mesma base de cálculo, porém, aplicando juros de 2,5% ao mês de forma linear (juros simples) sua prestação será de R$ 367,15, ou seja, existe uma diferença maior de R$ 57,37 sobre cada prestação que você vai pagar. Considerando que seu contrato tem 36 prestações, você pagará a mais aos bancos a bagatela de R$ 2.065,32.
Principais Benefícios de fazer a Revisão de Financiamento.
- A Revisional é a única solução que o consumidor tem para buscar a redução do seu débito junto ao banco sem pagar juros abusivos.
- A Revisional visa o pagamento do financiamento/empréstimo em valores justos.
- Facilita a negociação com o banco, através de um acordo, para quitação do veículo ou extinção da dívida.
- Não ter seu nome negativado no spc/serasa.
- Não pagar juros abusivos.
- A revisão do financiamento/empréstimo pode ser feita independente do consumidor estar com parcelas atrasadas ou em dia.
- O consumidor que teve o carro apreendido ou devolveu voluntariamente poderá ajuizar a ação revisional para rever valores e/ou quitar sua dívida com o banco.
- Ter acesso a via do contrato firmado com a instituição financeira.
- Ter conhecimento e extinção dos juros abusivos, taxas, serviços, comissões e o abuso quando tem algum atraso na parcela.
- Meio para o consumidor, mesmo com a quitação do carro, ter devolução dos valores pagos indevidamente.
Faça agora mesmo um orçamento sem compromisso (cobramos o mesmo preço para o cliente ou para o advogado)
Envie e mail para: calculosjudiciais.pericias@hotmail.com
São necessários os seguintes dados e documentos:
Documentos (envie digitalizados por e mail):
- Cópia do contrato de adesão ao financiamento do veículo. (carro, moto ou caminhão);
- Cópia de uma folha do carnê de pagamento das parcelas ;
- Cópias dos documentos pessoais do cliente (CPF e RG);
Informações referentes ao financiamento (dados) (envie no e mail por escrito)
- Quantidade de Parcelas Totais;
- Quantidade de Parcelas Pagas e a Pagar;
- Informar se há parcelas em atraso e quantas;
- Informar se houve entrada no financiamento e valor (caso tenha)
- Nome da Financiadora;
- Valor Financiado para aquisição do bem.
O valor dos honorários é depositado em conta corrente, e dá direito a:
- Laudo Pericial de Revisão e Financiamento (enviado por e mail digitalizado e devidamente assinado pelo profissional registrado no Conselho Regional de Contabilidade, sendo o trabalho pronto para protocolar junto com a inicial do advogado caso o processo seja de vara digital.)
- Duas vias do Laudo Pericial de Revisão de Financiamento (devidamente assinado e enviado via correio sem custo para qualquer lugar do Brasil)
- Modelo de Inicial de Revisão de Financiamento (parte jurídica, para servir como base para o advogado ao entrar com a ação)
- Assessoria completa durante a ação.
O preço é muito mais baixo do que você imagina, consulte proposta por e mail!
Pague o preço justo na parcela do seu financiamento!
Não há risco de ter financiamentos futuros negados pelas financiadoras, basta pedir para que seu processo ocorra em segredo de justiça, impedindo o acesso a informação de seus dados na justiça.
Fonte: Blog Perícia Contábil
Autor: Ben Hur Salomão Teixeira
Edição: Blog Perícia Contábil
Autor: Ben Hur Salomão Teixeira
Edição: Blog Perícia Contábil
IPI de artigos da linha branca e de móveis começa a subir hoje.
As alíquotas do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para artigos da linha branca, móveis, painéis, laminados e luminárias começam a retornar ao valor original nesta sexta-feira (1º).
Até junho, serão cobradas alíquotas intermediárias. No caso dos automóveis, a mudança começou em janeiro. A partir de julho, as alíquotas voltam ao nível normal. As exceções são os caminhões, cujo IPI será zerado permanentemente, as máquinas de lavar e os papéis de parede, cuja alíquota permanecerá em 10% por tempo indeterminado.
Em dezembro, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, informou que o governo deixaria de arrecadar R$ 3,263 bilhões com a prorrogação do IPI reduzido.
Do total, R$ 2,063 bilhões se referem à desoneração dos automóveis, R$ 650 milhões aos móveis e painéis e R$ 550 milhões aos produtos da linha branca.
Na ocasião, o ministro destacou que as alíquotas voltarão ao normal, após junho deste ano, por causa do bom desempenho no segundo semestre de 2012 dos setores beneficiados pelas desonerações que, segundo ele, foram necessárias para reativar o consumo.
Fonte: Portal R7
Dívida de brasileiro dobra em 8 meses, mas poupança leva 14 anos para duplicar, veja os itens que mais subiram em 2012.
Texto atualizado às 10h44 (acrescentado cálculo sobre poupança antiga)
Se dever, o juro pega; se poupar, a inflação come
Quando o brasileiro fica devendo no cartão de crédito, ele pode ver a sua dívida dobrar em apenas oito meses. Já quando põe dinheiro na poupança, o tipo de aplicação mais popular, tem que esperar nada menos que 14 anos e um mês para ver o seu capital multiplicar por dois.
Mesmo depois de toda essa espera, o poupador não teria muito o que comemorar. Seu rendimento já teria sido superado, com folga, pelo aumento dos preços, que, pela taxa de inflação atual, duplicariam em menos tempo.
Considerando os juros praticados em dezembro, veja quanto tempo alguns tipos de dívida levariam para dobrar.
Tipos de dívidas
| Juros (% ao ano) | Juros (% ao mês) | Quantos meses leva para dobrar | |
| Cartão de crédito | 192,94 | 9,37 | 8 |
| Cheque especial | 146,83 | 7,82 | 9 |
| Empréstimo pessoal em financeiras | 124,21 | 6,96 | 10 |
| Comércio | 61,22 | 4,06 | 17 |
| Empréstimo pessoal em bancos | 41,42 | 2,93 | 24 |
A linha referente ao comércio pode ser lida da seguinte forma: quando o consumidor parcela uma compra em 17 vezes, com os juros citados, ele paga o dobro pelo produto, em comparação com o preço à vista.
Poupança versus inflação
A poupança tem hoje uma rentabilidade de 5,075% ao ano (0,41% ao mês) e assim ficará enquanto o Banco Central mantiver a Selic, taxa básica de juros, nos atuais 7,25% ao ano. A instituição já disse que o juro básico continuará nesse patamar por um tempo “suficientemente prolongado”.
A taxa básica de juros em um nível baixo, quando em tempo de preços comportados, é claramente um dado favorável para a economia. No entanto, não se pode esquecer que a poupança hoje está rendendo menos que a inflação. No ano passado, o IPCA, índice oficial de preços, teve alta de 5,84%, ritmo que, se fosse mantido, faria o custo de vida dobrar em 12 anos e quatro meses.
Segundo analistas consultados pelo Banco Central, esse cenário não deve mudar muito no curto prazo. A expectativa é de que a inflação atinja 5,67% em 2013 e 5,5% em 2014.
É verdade que a situação já foi pior para os devedores. Em janeiro de 2011, por exemplo, o juro no cartão de crédito estava em 238,3% ao ano, o que fazia uma dívida dobrar em sete meses. Mas as condições do poupador também já foram melhores. Naquele ano, a poupança rendeu 7,5%, com um ganho de 0,94% acima da inflação.
Em tempo: quem ainda tem aplicação na poupança feita na época da regra antiga (até 3 de maio) conseguiu um ganho acima da inflação. A rentabilidade, no ano passado, foi de 6,47%, o que dá uma alta real de 0,6%, segundo cálculos da consultoria Economatica. Nos últimos dez anos, diz a empresa, o melhor momento do poupador foi em 2006, quando o ganho real atingiu 5,1%.
Veja quais foram os produtos e serviços que mais subiram.
- A inflação oficial de 2012, medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), fechou o ano com alta de 5,84%. As despesas com empregados domésticos foram o ítem com maior impacto na alta de preços, e tiveram alta de 12,73%, mais que o dobro do índice geral
- As despesas com refeições fora de casa subiram 8,59% em 2012, e foram o segundo ítem que mais contribui para a alta de preços registrada no ano passado. Em 2012, o IPCA fechou o ano com alta de 5,84%, acima do centro da meta de inflação do governo, de 4,5% ao ano
- A inflação dos aluguéis residenciais fechou 2012 em 8,95%, índice acima da média geral da alta de preços no país, que ficou em 5,84%
- O aumento nos planos de saúde foi outro ítem cuja alta de preços ajudou a elevar a inflação em 2012. O valor dos planos subiu em média 7,79%, no ano passado
- A educação privada -- desde creches ao ensino superior -- registrou uma alta média nos preços de 8,35% em 2012. Neste grupo, a educação infantil teve a maior alta, com 11,12%
- O preço do cigarro registrou uma inflação de 25,48% no ano passado. Em 2012, o indice oficial da inflação, o IPCA, fechou o ano em 5,84%
- Os lanches fora de casa tiveram uma alta nos preços de 11,23% em 2012
- O preço do arroz subiu em média 36,67% em 2012. O produto foi um dos ítens que ajudaram a elevar a inflação em 5,84% no acumulado do ano passado
- O preço da mão-de-obra, para reformas e reparos domiciliares, teve uma alta de 11,57% em 2012
- As passagens aéreas tiveram uma alta de 26%, no ano passado. Em 2012, a inflação fechou o ano com alta de 5,84%
Fonte: UOL
Edição: Blog Perícia
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