Blog Oficial do Perito Contábil e Administrador Ben Hur Salomão Teixeira que atende todo o Brasil com cálculos judiciais nas áreas de Revisão de Financiamento de Veículos e Imóveis, Cálculos Trabalhistas, Revisão de FGTS (1999-2013), Dívidas Agrícolas, Cálculos para Cobrança (Atualização), Ações de Telefonia, Desaposentação, Dívidas Bancárias, Confecção de Imposto de Renda entre outros. Com notícias do mundo jurídico, contábil e administrativo, nosso canal de comunicação direto com os clientes.
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segunda-feira, 15 de outubro de 2018
segunda-feira, 5 de março de 2018
Excelente Oportunidade de Investimento: Vende-se loja de roupas em Maracaju.
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Oportunidade
de negócio para empreendedores e realização de grande investimento na cidade de
Maracaju, localizada a 162 quilômetros de Campo Grande.
Vende-se
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também a estrutura composta de balcão, prateleira, provador, climatizador com
frente metálica, alarme interno entre outros benefícios e melhorias.
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Rua Joaquim Murtinho nº 370 – Bairro Paraguai – (Próximo a Lotérica e grandes
redes de supermercado, rua com grande fluxo de pessoas).
quarta-feira, 1 de março de 2017
Trinta doenças garantem descontos na compra do carro novo; Saiba quais
Você que pretende comprar um carro novo pode ter direito a descontos com
a isenção de impostos e talvez nem esteja sabendo. A questão é que, ao
contrario do que muita gente pensa, o beneficio da isenção fiscal não
abrange apenas pessoas com deficiência física, mas também, portadores de
doenças que provocam algum tipo de limitação.
Tal benefício está previsto na Lei nº 10.690 de 16 de junho de 2003, que expandiu o número de patologias, as quais os portadores podem requerer o direito.
De acordo com Itamar Tavares Garcia, diretor comercial da Associação Brasileira da Indústria, Comércio e Serviços de Tecnologia Assistiva (Abridef), portadores dessas limitações podem requerer a isenção de impostos como IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) e o IPVA (Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores).
Segundo Itamar, doenças como câncer, hepatite C, Parkinson, problemas graves de coluna, Diabetes, HIV Positivo e hemofílicos, Artodese, Escoliose, Artrite Reumatoide, Hérnia de Disco, Artrose, derrame, Bursite, Tendinite e LER (Lesão por Esforço Repetitivo), estão na lista das enfermidades contempladas com o benefício.
“No total, mais de 100 milhões de brasileiros podem ter direito a comprar carro 0km com isenção de impostos”, complementa Itamar.
Para solicitar o benefício é necessário, inicialmente, dirigir-se ao Departamento Estadual de Trânsito (Detran) e solicitar, junto a perícia médica, laudo atestando a condição de deficiente ou portador de patologia.
Com o laudo em mãos, o condutor deverá procurar, em seguida, a Receita Federal para requerer a isenção do IPI. No caso do ICMS e do IPVA, o motorista deve se dirigir a Secretaria Estadual de Tributação e pedir a isenção. O processo dura, em média 30 dias.
Tal benefício está previsto na Lei nº 10.690 de 16 de junho de 2003, que expandiu o número de patologias, as quais os portadores podem requerer o direito.
De acordo com Itamar Tavares Garcia, diretor comercial da Associação Brasileira da Indústria, Comércio e Serviços de Tecnologia Assistiva (Abridef), portadores dessas limitações podem requerer a isenção de impostos como IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) e o IPVA (Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores).
Segundo Itamar, doenças como câncer, hepatite C, Parkinson, problemas graves de coluna, Diabetes, HIV Positivo e hemofílicos, Artodese, Escoliose, Artrite Reumatoide, Hérnia de Disco, Artrose, derrame, Bursite, Tendinite e LER (Lesão por Esforço Repetitivo), estão na lista das enfermidades contempladas com o benefício.
“No total, mais de 100 milhões de brasileiros podem ter direito a comprar carro 0km com isenção de impostos”, complementa Itamar.
Para solicitar o benefício é necessário, inicialmente, dirigir-se ao Departamento Estadual de Trânsito (Detran) e solicitar, junto a perícia médica, laudo atestando a condição de deficiente ou portador de patologia.
Com o laudo em mãos, o condutor deverá procurar, em seguida, a Receita Federal para requerer a isenção do IPI. No caso do ICMS e do IPVA, o motorista deve se dirigir a Secretaria Estadual de Tributação e pedir a isenção. O processo dura, em média 30 dias.
Veja lista completa das doenças:
Amputações
Artrite Reumatóide
Artrodese
Artrose
AVC
AVE (Acidente Vascular Encefálico)
Autismo
Alguns tipos de câncer
Doenças Degenerativas
Deficiência Visual
Deficiência Mental
Doenças Neurológicas
Encurtamento de membros e más formações
Esclerose Múltipla
Escoliose Acentuada
LER (Lesão por esforço repetitivo)
Linfomas
Lesões com sequelas físicas
Manguito rotador
Mastectomia (retirada de mama)
Nanismo (baixa estatura)
Neuropatias diabéticas
Paralisia Cerebral
Paraplegia
Parkinson
Poliomielite
Próteses internas e externas, exemplo: joelho, quadril, coluna, etc.
Problemas na coluna
Quadrantomia (Relacionada a câncer de mama)
Renal Crônico com uso de (fístula)
Síndrome do Túnel do Carpo
Talidomida
Tendinite Crônica
Tetraparesia
Tetraplegia
Artrite Reumatóide
Artrodese
Artrose
AVC
AVE (Acidente Vascular Encefálico)
Autismo
Alguns tipos de câncer
Doenças Degenerativas
Deficiência Visual
Deficiência Mental
Doenças Neurológicas
Encurtamento de membros e más formações
Esclerose Múltipla
Escoliose Acentuada
LER (Lesão por esforço repetitivo)
Linfomas
Lesões com sequelas físicas
Manguito rotador
Mastectomia (retirada de mama)
Nanismo (baixa estatura)
Neuropatias diabéticas
Paralisia Cerebral
Paraplegia
Parkinson
Poliomielite
Próteses internas e externas, exemplo: joelho, quadril, coluna, etc.
Problemas na coluna
Quadrantomia (Relacionada a câncer de mama)
Renal Crônico com uso de (fístula)
Síndrome do Túnel do Carpo
Talidomida
Tendinite Crônica
Tetraparesia
Tetraplegia
Fonte: portalnoar
Saiba tudo sobre Revisão de Financiamentos, peça já um orçamento: calculosjudiciais.pericias@hotmail.com
terça-feira, 24 de janeiro de 2017
O que é considerado uma conta inativa do FGTS? Qual documentação exigida para sacar meu benefício?
O governo federal vai permitir que os
recursos das contas do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) que
não receberam depósito a partir de 31 de dezembro de 2015 sejam
sacados. O calendário desses saques vai ser divulgado em fevereiro. Mas
quem tem contas inativas no FGTS já pode fazer os saque segundo a regra
em vigor.
Uma conta é considerada inativa quando
não recebe nenhum depósito durante 3 anos e a pessoa fica fora do
sistema do FGTS durante esse mesmo período. Ou seja, sem nenhum vínculo
formal de emprego. Embora as contas do FGTS sejam relacionadas
aos empregos, se houver registro de um novo trabalho formal em até
3 anos após a saída do último, as contas antigas não ganham status de
inativas. Para as contas anteriores a 1 de junho de 1990, a exigência é
apenas que a conta tenha ficado 3 anos sem depósitos.
Para sacar os recursos, é preciso se
dirigir até uma agência da Caixa, a partir do mês de aniversário do
beneficiário, portando documento de identificação, carteira de trabalho e
cópias da página de registro civil deste documento (frente e verso) e
de cada contrato de trabalho. O saldo pode ser consultado através de
aplicativo do FGTS, em caixas eletrônicos da Caixa, agências e site do
banco.
O FGTS é um benefício pago mensalmente
por cada empregador em uma conta pessoal – e que não pode ser
descontado do salário – mas só pode ser sacado após demissão por justa
causa ou em situações especiais. Entre elas, a aquisição da casa
própria, a aposentadoria, ter mais de 70 anos e em caso de algumas
doenças graves . O trabalhador também pode utilizar os recursos do fundo
para a moradia nos casos de aquisição de imóvel novo ou usado,
construção e liquidação ou amortização de dívida vinculada a contrato de
financiamento habitacional.
Fonte: CFC
Confira o Depoimento do Dr. Cicero João de Oliveira sobre o trabalho do Perito Contábil e Administrador Ben Hur Salomão Teixeira
sexta-feira, 8 de julho de 2016
Desemprego deverá subir mais de 12% até abril de 2017
O desemprego continuará subindo até atingir seu auge em abril de 2017, ao redor de 12,3%, com 12,7 milhões de desocupados. A projeção, da GO Associados, estima para o final deste ano 11,4 milhões de desempregados e para dezembro de 2017, 11,9 milhões. Março e abril são meses em que normalmente o desemprego sobe, por causa das demissões dos funcionários temporários contratados no final do ano, lembra o economista Luiz Castelli, associado da consultoria. “Tirar o País da recessão, gerando empregos, sem ferir a credibilidade do ajuste fiscal, são os dois maiores desafios do governo no segundo semestre”, diz o economista.
Só infraestrutura salva
Os números preocupantes da taxa de desemprego no Brasil enfatizam a importância dos investimentos em infraestrutura, um dos caminhos mais rápidos vislumbrados pela GO Associados para a geração de empregos. O BNDES, por exemplo, vem sendo procurado pelos estados, que renegociaram o alongamento de suas dívidas com a União, para oferecer apoio a processos de privatização, e deve criar um fundo para financiar projetos de infraestrutura regionais. O Programa de Parceria de Investimentos (PPI), criado por Temer, também é consultado pelos estados.
Força dos consórcios
Os consórcios têm se mostrado uma alternativa para realizar o sonho do carro ou da casa própria. A modalidade continua estável, apesar da economia retraída. No Itaú Unibanco, as contemplações, que representam os momentos mais valorizados por quem opta pelo produto, avançaram 18% em maio último, na comparação com o mesmo mês de 2015. A ausência de juros no modelo de consórcio torna o consórcio muito atrativo ao consumidor, que busca alternativas para adquirir seus bens. O Itaú Unibanco busca tornar a opção atrativa para os clientes.
Contabilidade na era digital
Discutir como a contabilidade vem se adaptando ao mundo digital para se tornar mais eficiente é o tema de seminário nesta quinta (7), em São Paulo, com foco na gestão de documentos e informações (enterprise content management). Serão nove apresentações, entre palestras e cases, que vão abordar avanços da contabilidade sem papel, ganhos da gestão de documentos e automação de processos. O seminário reunirá escritórios de contabilidade e departamentos contábeis, dentre outros, e é seminário é realizado pelo Instituto Information Management (IIMA).
Máquina de crescimento
A Resultados Digitais, líder em plataformas para automação de marketing, apresenta amanhã (6) durante o RD On The Road, evento que deve reunir cerca de mil pessoas no Maksoud Plaza, na capital paulista, a metodologia “Máquina de Crescimento”, que auxilia empresas a usar o marketing digital como um modelo replicável e escalável para criar oportunidades de negócios e vendas. A metodologia foi a “fórmula” com a qual a catarinense Resultados Digitais escalou seu próprio crescimento: 200% em 2015, e deve crescer 150% neste ano.
Fonte: DCI
terça-feira, 19 de abril de 2016
Inadimplência das empresas sobe 2,5% no primeiro trimestre de 2016
A inadimplência das empresas em todo o país aumentou 2,5% no primeiro trimestre do ano (descontados os efeitos sazonais), de acordo com dados da Boa Vista Serviços S/A. O indicador é um somatório dos principais mecanismos de apontamento de inadimplência empresarial, isto é, cheques devolvidos, títulos protestados e registros realizados na base da Boa Vista SCPC.
A inadimplência registrada acumulada em 4 trimestres tornou a acelerar, 0,4 p.p. com relação ao trimestre anterior, quando registrou elevação de 8,8% mantida a base de comparação, atingindo 9,3%. Com relação ao mesmo trimestre de 2015 foi observada alta de 9,2%.
A inadimplência registrada acumulada em 4 trimestres tornou a acelerar, 0,4 p.p. com relação ao trimestre anterior, quando registrou elevação de 8,8% mantida a base de comparação, atingindo 9,3%. Com relação ao mesmo trimestre de 2015 foi observada alta de 9,2%.
Desde o segundo trimestre de 2015 a inadimplência das empresas permanece em patamares superiores a 8%, valor consideravelmente elevado quando comparados aos últimos 3 anos. A piora do indicador é ocasionada em essência por um cenário de forte incerteza econômica, com retração da atividade econômica, do crédito para as empresas, de aumento dos níveis de inflação, spreads e juros, entre outros fatores. Para os próximos meses, a expectativa para inadimplência continua pessimista para os empresários, uma vez que a confiança deverá permanecer baixa ao longo do ano.
Fonte: Migalhas
quarta-feira, 30 de dezembro de 2015
Salário mínimo será de R$ 880 a partir de 1º de janeiro de 2016
A partir do dia 1º de janeiro de 2016, o salário mínimo passará dos atuais R$ 788 para R$ 880 — aumento de 11,6%. O valor foi definido em decreto assinado nesta terça-feira (29/12) pela presidente Dilma Rousseff e que será publicado no Diário Oficial da União desta quarta (30/12).
Segundo o Planalto, cerca de 40 milhões de trabalhadores e aposentados que recebem o piso nacional serão beneficiados. Com informações da Agência Brasil.
Fonte: Conjur
terça-feira, 13 de outubro de 2015
Juros do cartão de crédito têm maior taxa desde 1996
As taxas de juros das operações de crédito subiram em setembro deste ano, a 12ª elevação consecutiva, apontou hoje a Associação Nacional dos Executivos de Finanças Administração e Contabilidade (Anefac). A principal alta média foi no financiamento de automóveis, de 2,80% no mês, em seguida no cartão de crédito, alta de 1,65%.
Na avaliação do diretor-executivo de Estudos e Pesquisas Econômica da Anefac, Miguel José Ribeiro de Oliveira, as elevações dos juros no mês são resultados do cenário econômico que aumenta o risco do crescimento da inadimplência.
Isso porque os índices de inflação continuam elevados, com aumento dos impostos e dos índices de desemprego.
Além disso, ele cita o rebaixamento da nota de crédito do Brasil promovida pela agência Standard and Poor’s (S&P).
A maior variação do juro do crediário aconteceu no Estado de São Paulo, alta de 0,39% no mês. A média nacional foi de 0,38%. Já o setor que apresentou maior alta no financiamento foi o de automóveis, com alta de 2,80% no mês na comparação com agosto.
Pessoa Física
As seis linhas de crédito pesquisadas para pessoa física sofreram elevação de suas taxas de juros no mês: juros do comércio, cartão de crédito rotativo, cheque especial, CDC-bancos-financiamento de veículos, empréstimo pessoal-bancos e empréstimo pessoal-financeiras.
A taxa média passou de 7,14% ao mês (128,78% ao ano) em agosto para 7,23% ao mês (131,10% ao ano) em setembro, a maior taxa desde junho de 2009.
A taxa de juros média aumentou 0,09 ponto percentual no mês (2,32 pontos percentuais no ano), o que corresponde a uma alta de 1,26%. Em 12 meses, a alta já acumula 1,80%.
A principal alta média foi no financiamento de automóveis, de 2,80% no mês, com o juro médio passando de 2,14% ao mês (28,93% ao ano), para 2,20% ao mês (29,84% ao ano).
Em seguida, o maior aumento de juros foi no cartão de crédito, alta de 1,65%. O juro médio do serviço passou de 13,37% ao mês (350,79% ao ano) em agosto, para 13,59% ao mês (361,40% ao ano) em setembro. Este é o juro mais alto do cartão de crédito desde março de 1996.
Pessoa Jurídica
As três linhas de crédito pesquisadas tiveram taxas de juros mais altas. A taxa média passou de 4,09% ao mês (61,77% ao ano) em agosto para 4,12% ao mês (62,33% ao ano) em setembro, a maior desde maio de 2009.
A alta foi de 0,03 ponto percentual no mês (0,56 ponto percentual em doze meses) correspondente a uma elevação de 0,73% no mês (0,91% em doze meses).
A maior variação foi no capital de giro, cujo juros aumentou 1,67% no mês.
Juros x Selic
Entre março de 2013 e setembro deste ano, a taxa básica de juros Selic se elevou 7 pontos percentuais (elevação de 96,55%), de 7,25% ao ano em janeiro de 2013 para 14,25% ao ano em setembro de 2015.
No mesmo período, a taxa média para pessoa física aumentou 43,13 pontos percentuais (elevação de 49,03%) de 87,97% ao ano em março de 2013 para 131,10% ao ano em setembro de 2015.
Já nas operações de crédito para pessoa jurídica, a alta foi de 18,75 pontos percentuais (elevação de 43,02%) de 43,58% ao ano em março de 2013 para 62,33% ao ano em setembro de 2015.
Perspectiva
Para o futuro, a Anefac aponta para o risco do aumento da inadimplência e prevê novas altas das taxas de juros das operações de crédito.
Fonte: Exame
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015
Devolução de cheques atingiu 2,02% em janeiro
O número de cheques devolvidos (segunda devolução por falta de fundos) como proporção do total de cheques movimentados registrou 2,02% em janeiro de 2015, contra o resultado de 1,91% do mês anterior, de acordo com dados da Boa Vista Serviços S/A. O indicador de cheques devolvidos apresentou queda na comparação com janeiro de 2014, quando havia registrado 2,07%.
O gráfico 1 mostra a evolução recente dos dados citados.
O gráfico 1 mostra a evolução recente dos dados citados.
Na variação anual, os cheques devolvidos recuaram 15,0%, enquanto os cheques movimentados diminuíram 13,1%. Separando os cheques devolvidos de pessoas físicas e jurídicas, na mesma base de comparação, a devolução foi 16,9% menor para as pessoas físicas e 10,0% inferior para as pessoas jurídicas.
Os cheques devolvidos recuaram 9,5% na comparação mensal, enquanto os cheques movimentados registraram queda de 14,6%, o que contribuiu para o aumento do percentual no período.
A tabela 1 resume os dados.
Os cheques devolvidos recuaram 9,5% na comparação mensal, enquanto os cheques movimentados registraram queda de 14,6%, o que contribuiu para o aumento do percentual no período.
A tabela 1 resume os dados.
Fonte: Migalhas
terça-feira, 25 de novembro de 2014
13º Salário – Dia 28 de novembro é o prazo final para pagar a primeira parcela
Todas as categorias profissionais, inclusive os empregados domésticos, devem receber a primeira parcela de seu 13º salário até a próxima sexta-feira, dia 28 de novembro. O valor corresponde à metade do salário.
Pela lei, o valor deve ser disponibilizado ao trabalhador até o dia 30 de novembro. Como a data cai em um domingo, quem faz crédito em conta deve depositar até a sexta-feira, dia 28.
“O caso do doméstico pode configurar uma exceção. Se ele trabalha no sábado ou no domingo, o pagamento pode ser feito num desses dias, mas em dinheiro, e ele deve assinar o recibo”, orienta Gildo Freire de Araújo, vice-presidente de Administração e Finanças do CRC SP (Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo).
Mas o especialista alerta que se o pagamento for feito por crédito bancário, é necessário realizá-lo até sexta: “Se deixar para segunda-feira já passou o prazo”.
Ele lembra que a primeira parcela pode ser paga a partir de fevereiro e que alguns empregados a adiantam por ocasião das férias, por exemplo. Portanto o prazo vale apenas para quem não adiantou o pagamento.
FGTS
Sobre essa parcela do 13º, o empregador que optou por recolher FGTS terá de fazer o pagamento de 8% junto com o recolhimento do FGTS do salário normal, até o dia 5 de dezembro – porque o dia 7, data normal de vencimento, cai num domingo. Mas atenção: se a primeira parcela foi adiantada, esse recolhimento já deveria ter sido feito, no dia 7 do mês seguinte ao pagamento ao empregado. Se não foi feito, está atrasado.
A contribuição ao INSS sobre o 13º deverá ser recolhida de uma só vez, sobre todo o valor, em 19 de dezembro. Normalmente o vencimento do tributo calculado sobre o 13º salário é o dia 20 de dezembro, mas neste ano ele cai num sábado, o que adianta a data de vencimento da contribuição. Nessa data o empregador deve recolher os 12% de imposto devido sobre o 13º do doméstico mais o desconto feito no salário.
O empregador pode usar uma só Guia da Previdência Social (GPS) para os pagamentos referentes ao mês de novembro e ao 13º salário, mas neste caso deve calcular cada contribuição separadamente para não alterar a alíquota, alerta Adriana Lacombe, diretora executiva de consultoria trabalhista e previdenciária da Ernst & Young.
Ela lembra ainda que mesmo que o empregado não tenha trabalhado o ano todo, deve receber o 13º proporcional, sendo 1/12 do salário por mês (valor mensal dividido por 12 por mês) trabalhado ou por fração acima de 15 dias.
Exceção
Se o salário do empregado ultrapassa o limite de isenção de Imposto de Renda e o empregador é pessoa física, não é necessário fazer a retenção do IR em fonte. “Em uma relação pessoa física/pessoa física, não é necessário fazer essa retenção. O empregado é quem deve pagar o IR devido”, explica Araújo, do CRC-SP.
Fonte: Gazeta do Povo
quinta-feira, 30 de outubro de 2014
Com aumento da Selic, Brasil se mantém como o país com maior juro real do mundo
O Brasil se mantém como o país com maior taxa real de juro (descontada a inflação do mundo) em um grupo de 40 países. Com a elevação da Selic para 11,25% ao ano, na noite desta quarta-feira, e considerando a inflação projetada para os próximos 12 meses, o juro real do Brasil está em 4,46%. O levantamento foi elaborado pelo economista Jason Vieira, da consultoria Moneyou. Ao considerar as taxas nominais, o Brasil ocupa a terceira colocação.
Na avaliação de Vieira expectativa é que o Brasil mantenha essa liderança. Isso porque, em boa parte dos países analisados, está ocorrendo uma elevação da inflação, o que faz com que os juros sejam menores, mesmo com a manutenção das taxas. Aqui, ao contrário, está ocorrendo um aumento dos juros.
— Está ocorrendo a elevação no nível de inflação em diversos países, mas sem alteração dos juros. Então essa diferença do Brasil para as demais economias pode subir. A gente vai se consolidando no topo — afirmou.
A China aparece na segunda colocação, com uma taxa de juros real de 3,52%. Por sinal, são os países dos BRICS que concentram as maiores taxas. A Índia tem uma taxa de 2,27%, terceira colocação, seguido por Rússia, com 1,98%. A exceção é a África do Sul, que está com um juro real negativo de 0,33% (15ª colocação).
Por sinal, das 40 economias analisadas, 30 estão com juro real negativo. Quando se considera apenas a taxa nominal, o Brasil está na terceira colocação, atrás da Argentina, 18,78%, e a Venezuela, 17,94%. No entanto, esses dois países estão com inflação em nível bastante elevado, o que faz com que a taxa real esteja negativa em, respectivamente, 14,71% e 30,71%.
EFEITO NO BOLSO DO CONSUMIDOR
Embora a Selic esteja estável, o juro ao consumidor está ficando mais caro. Com o início o processo de elevação das taxas por parte do Banco Central (BC), em abril do ano passado, ficou mais caro tomar empréstimo. Enquanto a Selic passou de 7,25% ao ano para 11,25% no período, o juro médio ao consumidor, passou de 88,47% ao ano para 103,13% ao ano.
A comparação leva em conta seis linhas de crédito (juros do comércio, cartão de crédito, cheque especial, financiamento veículos e empréstimo pessoal em bancos e financeiras) e foi elaborado pela Associação Nacional dos Executivos de Finanças Administração e Contabilidade (Anefac).
Ainda de acordo com o levantamento, a maior elevação proporcional dos juros nas linhas destinadas às pessoas físicas ocorreu no cartão de crédito, em que a taxa passou de 192,94% ao ano (ou 9,37% ao mês) em abril do ano passado para 242,36% atualmente (10,80% ao mês).
Fonte: O Globo
quinta-feira, 9 de outubro de 2014
Inflação chega a 6,75% em 12 meses, a maior desde outubro de 2011
Puxado pela alta dos alimentos, o IPCA, índice oficial de inflação país, acelerou pelo segundo mês seguido e ficou em 0,57% em setembro. O indicador havia sido de 0,25% em agosto, superior à quase estabilidade da inflação em julho (0,01%).
O IPCA acumulado em 12 meses voltou a superar o teto da meta do governo (6,50%), com uma taxa de 6,75% –até agosto, praticamente empatava em 6,51%. A taxa é a maior desde outubro de 2011 (6,97%).
De janeiro a setembro, a inflação subiu a um ritmo de 4,61%. Os dados foram divulgados pelo IBGE nesta quarta-feira (8).
O resultado de setembro ficou acima do previsto pelas principais instituições do mercado financeiros e consultorias, ouvidas pela agência Bloomberg. O levantamento apontava, em média, uma alta de 0,48% neste mês. Para os 12 meses, a previsão média era de 6,64%.
GRUPOS
O aumento se deu principalmente pelo fim do ciclo deflação dos alimentos. No mês, a alimentação teve alta de 0,78%. Os transportes, outro foco de pressão, avançaram 0,63%. A energia elétrica também contribui para o resultado, com alta de 1,37% –expansão menor do que a registrada em agosto, quando o avanço foi de 1,76%.
O grupo alimentação subiu principalmente pela carne, que avançou 3,17% em setembro por causa da estiagem em algumas regiões do país e uma saída maior do produto para exportação.
Dessa forma, sobra menos carne no mercado interno e os preços aumentam. Neste ano, o produto já está 12,23% mais caro. Trata-se do item de maior peso no grupo alimentação e bebidas.
Também subiram com força itens como cebola (10,17%), cerveja (3,48%), farinha de mandioca (2,52%) –que têm peso importante nas regiões Norte e Nordeste– e frutas (2,11%).
Tomate e batata tiveram quedas de 9,42% e 9,17%, respectivamente, evitando uma alta maior do grupo.
No caso de transportes, as passagens aéreas foram, mais uma vez, as vilãs, com alta de 17,85%. Os aumentos de consertos de veículos (1,35%) e automóveis novos (0,76%) também puxaram a taxa para cima.
IMPACTO DOS ALIMENTOS
Para Eulina Nunes dos Santos, coordenadora de índice de preços do IBGE, o IPCA de setembro é "considerável" e mostra uma "aceleração significativa" frente aos meses anteriores.
Sobre os alimentos, a economista disse que os aumentos, após três meses de deflação, afetam mais as classes de rendimento menor.
"Os alimentos são comprados quase todos os dias ou todas as semanas. Por isso, as pessoas sentem mais o aumento desses itens. Ainda mais as de mais baixa renda, que gastam uma fatia maior do orçamento com alimentação."
No caso da carne, diz, "os pecuaristas dizem os pastos ainda estão secos com a estiagem desde o início do ano e fica mais cara a engorda do gado (com maior compra de rações)".
"Há ainda uma especulação no mercado de que frigoríficos estão segurando os abates para manterem os preços elevados."
Segundo a coordenador,a apesar da forte pressão, a alta dos alimentos não foi generalizada. Além de tomate e batata, ela citou as quedas de feijão, açúcar, óleo de soja e açúcar.
INFLAÇÃO NO ANO
Após meses de inflação controlada, o IPCA voltou a subir num patamar próximo ao do início do ano, quando o preço dos alimentos e serviços dispararam.
No primeiro trimestre, a economia estava também mais aquecida. Agora, a "âncora" da inflação é a menor velocidade do consumo, abatido por juros e inadimplência maiores e um mercado de trabalho menos vigoroso –com desaceleração do número de vagas criadas e da alta do rendimento.
Neste ano, economistas estimam um índice muito próximo de 6,5%. Alguns não descartam o estourou da meta no número consolidado de 2014 se a economia mostrar um desempenho melhor no segundo semestre, após uma recessão 'técnica' vivida nos primeiros seis meses do ano.
Na visão de especialistas, o Banco Central deixou de perseguir o centro da meta (4,5%) para evitar aumento de juros e um impacto expressivo no consumo, especialmente no das classes de renda mais baixa.
Fonte: UOL
quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
Lucro do Bradesco sobe 5,5% em 2013 e bate recorde, com R$ 12 bilhões
O Bradesco (BBDC4), segundo maior banco privado brasileiro, anunciou nesta quinta-feira (30) que fechou o ano de 2013 com lucro líquido de R$ 12,011 bilhões. O valor é 5,5% maior que o registrado em 2012 (R$ 11,381 bilhões), e bate novo recorde.
O desempenho foi apoiado pela queda na inadimplência e a redução de despesas com calotes.
Só no quarto trimestre, o Bradesco teve lucro líquido de R$ 3,079 bilhões, um crescimento de 6,4% sobre o mesmo período de 2012 (R$ 2,893 bilhões).
Sem considerar despesas extraordinárias --como o pagamento de tributos atrasados, por meio do programa Refis, por exemplo--, o banco lucrou R$ 3,199 bilhões no quarto trimestre. No ano de 2013, o chamado lucro líquido ajustado foi de R$ 12,202 bilhões
Em 31 de dezembro de 2013, o valor de mercado do Bradesco era de R$ 128,085 bilhões. A carteira de crédito do banco totalizava R$ 427,273 bilhões, uma alta de 10,8% em relação a 2012.
Foram distribuídos aos acionistas, ao longo do ano, R$ 4,078 bilhões em dividendos e juros sobre capital próprio.
Produtos de maior crescimento
No acumulado do ano, foram os desembolsos para pessoas físicas que tiveram melhor desempenho, com alta de 11,2%, enquanto para as empresas o crescimento foi de 10,6%.
Os destaques entre os produtos para pessoa física foram financiamento imobiliário, que teve alta anual de 35%; crédito consignado, crescimento de 29%, e crédito rural, com aumento de 21%.
Os empréstimos para aquisição de veículos continuaram em queda, retraindo 3,5% no trimestre e 12,4% no ano.
Para empresas, os produtos que apresentaram maior crescimento nos últimos doze meses foram financiamento à exportação; e financiamento imobiliário.
Menores perdas com dívidas em atraso
O índice de inadimplência do banco, medido pelo saldo de operações vencidas com mais de 90 dias, foi de 3,5% no quarto trimestre, ante 4,1% no mesmo período de um ano antes e 3,6% registrado entre julho e setembro de 2013.
Já o indicador que acompanha empréstimos vencidos há mais de 60 dias, um indicador da inadimplência futura, também registrou queda, passando de 5% no quarto trimestre de 2012, para 4,2% no final de dezembro, número que foi mais baixo que os 4,4% apurados no terceiro trimestre do ano passado.
As despesas com provisões do banco para devedores duvidosos somaram R$ 2,961 bilhões, queda de 7,8% no comparativo ano a ano. Porém, na comparação com o terceiro trimestre houve crescimento de 2,77% nesta linha.
Para 2014, o Bradesco prevê um aumento da carteira de crédito expandida um pouco mais contida, entre 10% a 14%, sendo que o melhor desempenho deve vir das pessoas físicas (11% a 15%). Para as empresas, a perspectiva é de crescimento entre 9% e 13%.
(Com Reuters e Valor)
Fonte: UOL
segunda-feira, 27 de janeiro de 2014
Custo dos estádios da Copa chegará a R$ 8,9 bilhões
- Arena das Dunas, que é o estádio de Natal, recebeu o primeiro jogo neste domingo
O custo dos estádios para a Copa do Mundo já supera em mais de três vezes o valor informado pela CBF à Fifa quando o Brasil apresentou seu projeto para sediar o Mundial. Cópia do primeiro levantamento técnico da Fifa sobre o País, fechado em 30 de outubro de 2007 e obtido pelo jornal "O Estado de S. Paulo", informava que as arenas custariam US$ 1,1 bilhão, cerca de R$ 2,6 bilhões. A última estimativa oficial, porém, dá conta de que o valor chegará a R$ 8,9 bilhões.
O informe foi produzido e assinado por Hugo Salcedo, que coordenou a primeira inspeção no País entre agosto e setembro de 2007. Na época, a Fifa considerou que o orçamento havia sido "bem preparado" e que "não havia dúvidas" sobre o compromisso do Brasil de atender às exigências da entidade.
"A CBF atualmente estima que os investimentos relacionados com a construção e reformas de estádios estão em US$ 1,1 bilhão", escreveu a Fifa em seu informe. Curiosamente, a entidade esteve em apenas cinco das 18 cidades que naquele momento brigavam para receber a Copa. Das que acabariam escolhidas, não foram visitadas Fortaleza, Recife, Salvador, Natal, Curitiba, Cuiabá e Manaus.
A Fifa, já na época, não disfarçava que o trabalho de reforma e construção dos estádios seria um desafio. "Os padrões e exigências da Fifa vão superar em muito qualquer outro evento realizado na história do Brasil em termos de magnitude e complexidade. Nenhum dos estádios no Brasil estaria em condições de receber um jogo da Copa nos atuais estados", alertou em 2007. "A Fifa deve prestar uma especial atenção nos projetos."
O time de inspeção ainda fez um alerta sobre o Maracanã. "Não atende às exigências. Um projeto de renovação mais amplo teria de ser avaliado."
Aeroportos
O relatório elaborado antes de o Brasil ganhar o direito de sediar a Copa é, hoje, verdadeira coleção de promessas quebradas e avaliações duvidosas. "A infraestrutura de transporte aéreo e urbano poderia atender de forma confortável as demandas da Copa", indicou. "O time de inspeção pode confirmar com confiança que a infraestrutura de aeroportos poderia atender a um grande número de passageiros indo a jogos em viagens de ida e volta no mesmo dia."
O transporte urbano também seria "suficiente" e a Fifa garantia, em 2007, que um "serviço de trem de alta velocidade vai ligar Rio e São Paulo". Considerava a infraestrutura hoteleira "suficiente" e, ao avaliar o sistema de saúde do País, fez elogios aos hospitais, apontados como "referência internacional". A referência, porém, não foram os hospitais públicos.
Fonte: UOL / Portal a Tarde
segunda-feira, 9 de dezembro de 2013
Brasil tem "situação confortável" frente à incerteza global, diz Dilma
Dilma voltou a defender o controle do Brasil sobre as contas públicas e a inflação
A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta segunda-feira que o Brasil está em "situação confortável" frente à incerteza da economia global e que as contas públicas sob controle são um dos fundamentos da economia brasileira."De país devedor, nós passamos à condição de país credor. Nós acumulamos 375 bilhões (de dólares) em reservas (cambiais), o que nos coloca em situação confortável frente às incertezas da situação financeira internacional", disse a presidente durante o encontro Clinton Global Initiative, no Rio de Janeiro.
Segundo ela, na última década, o Brasil teve uma forte expansão econômica, que "não se fez às custas da desigualdade social, do desequilíbrio macroeconômico ou da vulnerabilidade externa."Analistas de mercado têm dito que o cenário fiscal brasileiro está deteriorado podendo fazer com que o Brasil sofra um rebaixamento de sua nota de crédito por agência de avaliação de risco.
Dilma voltou a defender o controle do Brasil sobre as contas públicas e a inflação, argumentando que em 2002, quando o PT assumiu o governo, o IPCA estava em 12,5 por cento ano. E, nos anos petistas, a inflação ficou em média entre 5,8 por cento e 5,9 por cento.
"A inflação ...vai fechar esse ano de 2013 num de seus patamares de estabilidade em torno 5,8, 5,9 por cento. E isso significa que ela se manteve dentro da meta traçada nos últimos 10 anos", disse."A relação dívida líquida sobre PIB, por exemplo, chegou agora em 2013 a um de seus menores patamares, ou seja, 35 por cento do PIB, contra 60,4 por cento do PIB há 10 anos", disse.
Após o evento, Dilma embarca para África do Sul, onde participa da cerimônia de chefes de Estado em homenagem ao ex-presidente sul-africano, Nelson Mandela, que morreu na última quinta-feira.
Fonte: Administradores
Brasileiros consomem de forma mais consciente, aponta pesquisa
Neste último trimestre a preocupação com a economia também cresceu
A pesquisa Global Sobre a Confiança e Intenções de Gastos do Consumidor da Nielsen, provedora global de informações e insights sobre o que o consumidor assiste e compra, aponta uma leve redução na confiança dos brasileiros, de 110 pontos (2º trimestre de 2013) para 109 (3º trimestre de 2013), e uma crescente preocupação com as perspectivas de emprego para os próximos 12 meses. Até junho deste ano 24% da população considerava não tão boa a situação de emprego, já em setembro o número foi para 34%.
Neste último trimestre a preocupação com a economia também cresceu. Nos seis primeiros meses do ano a economia era a quinta maior preocupação dos brasileiros, já em setembro saltou para a terceira posição ficando atrás apenas de saúde e do equilíbrio do trabalho e vida.
Entretanto, se destaca a constatação de que, mesmo neste cenário de insegurança, 41% dos brasileiros ainda estão dispostos a gastar com entretenimento fora do lar e 40% com roupas novas. Percentuais acima da intenção de pagar dívidas, com 38%. No primeiro semestre do ano a intenção era de, respectivamente, 36%, 33% e 39%.
"O brasileiro está sendo malabarista, lidando com a tensão interna entre o que preservar e o que abrir mão do bem-estar conquistado, ao mesmo tempo em que é permeado por notícias de que o crescimento não vai ser aquele que se esperava no começo do ano", esclarece Olegário Araujo, diretor de atendimento da Nielsen.
Fonte: Administradores
sexta-feira, 6 de dezembro de 2013
Municípios recebem 1% do FPM na próxima segunda
Na próxima segunda-feira, 9 de dezembro, estará na conta das prefeituras o montante de R$ 3.094.601.529,73 referente ao 1% do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).
O valor, adicional, é bem próximo às estimativas da Confederação Nacional de Municípios (CNM) que foi de R$ 3,147 bilhões.
Ao comparar o atual repasse com o do ano passado em termos reais, ou seja, corrigindo a inflação do período, o crescimento é de 3,5%.
O montante do 1% é referente ao valor da arrecadação do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e Imposto de Renda (IR) contabilizada entre o início de dezembro de 2012 até o final de novembro de 2013.
O aumento do 1% do FPM elevou de 22,5% para 23,5% da arrecadação do IR e do IPI e foi conquista da CNM e do movimento municipalista alcançada em 2007.. E ao longo dos últimos 7 anos, os cofres dos Municípios receberam R$ 17,7 bilhões.
13.º salário
O valor do 1% ajudará os gestores municipais a pagar o 13º das folhas de pagamento das prefeituras. A CNM lembra que de acordo com a redação da Emenda Constitucional 55/2007, o 1% adicional do FPM não incide retenção do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).
Porém, trata-se de uma transferência constitucional e por isso deve incorporar a Receita Corrente Líquida (RCL) do Município e consequentemente devem-se aplicar os limites constitucionais em Saúde e Educação.
Fonte: Assomasul
terça-feira, 3 de dezembro de 2013
Maracaju arrecada R$ 6.378.429,56 em Novembro, marca foi 5% superior ao mesmo período de 2012.
A marca foi de 5,045% superior ao mesmo período do ano passado (2012).
Maracaju, cidade do interior do Mato Grosso do Sul, arrecadou em Novembro de 2013 o valor de R$ 6.378,429,56 (Seis milhões trezentos e setenta e oito mil e quatrocentos e vinte e nove reais e cinquenta e seis centavos), a marca supera em 5,045% a arrecadação do mesmo mês do ano de 2012, onde a cifra atingida foi de R$ 6.056.640,00 (Seis milhões cinquenta e seis mil seiscentos e quarenta reais).
O aumento na arrecadação é considerado baixo, se comparado a outros meses deste ano onde o aumento foi mais expressivo, ao efetuar o mesmo comparativo.
Ainda, de acordo com o Portal Wikipedia o município é o 6º maior PIB do estado, ficando atrás apenas de grandes cidades como Campo Grande, Dourados, Três Lagoas e Pontã Porã. A cidade além das culturas de soja e milho ainda é destaque na expansão da cultura da cana de açúcar, somos juntamente com a cidade de Rio Brilhante a região com a maior produção de etanol do estado. Maracaju é o 11º município do estado mais populoso, com quase 40 mil habitantes, os dados são do último Censo do IBGE em 2010.
A fonte é do portal do Banco do Brasil, o acesso é público e qualquer cidadão pode consultar, de qualquer município através do link:
03/12/2013 SISBB - Sistema de Informações Banco do Brasil 17:22:40
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