sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Dívida sem fim no cartão de crédito? Saiba como calcular e fuja!





Começou a pagar somente o mínimo da fatura do cartão de crédito e está perdido com uma dívida que só aumenta em função dos juros sobre juros? Ou você está na situação de um orçamento apertado e percebe que não vai conseguir quitar a fatura por completo? Esse é um panorama comum porque muitos consumidores não sabem como funciona o cálculo dos juros e acreditam que ao desembolsar o valor mínimo estarão livres de dívidas abusivas. Portanto, seguem algumas orientações para evitar o efeito cascata.

Vamos exemplificar a evolução da dívida na situação em que uma pessoa possui saldo devedor de R$2 mil e os juros rotativos de 10% ao mês. Caso opte por efetuar apenas o pagamento mínimo, o consumidor vai pagar apenas R$400 do total da fatura, pois, em geral, o valor mínimo é fixado em 20% do valor da fatura. Neste caso, o saldo da fatura que teria que ser financiado, por não ter sido pago, seria de R$ 1,6 mil.

Este valor será acrescido dos encargos pelo atraso no pagamento da dívida financiada. Além do juro rotativo, há a multa por atraso 2% ao mês e os juros de mora de 1% ao mês.
No cálculo, temos R$ 160 (R$ 1.600 x 10%), mais R$32 da multa por atraso e R$16 dos juros de mora. Resumindo, R$ 208 apenas em encargos.

No mês seguinte, portanto, a sua dívida, antes de R$ 1.600 no cartão, passou para cerca de R$ 1.808 (R$ 1.600 + R$ 208). Se, por mais uma vez, não for possível quitar a fatura inteira e você tiver que pagar apenas o valor mínimo (20% ou R$ 361,6), é bom saber que, sobre o saldo restante, R$ 1.477, serão calculados novamente todos os encargos já mencionados.

É claro que este exemplo somente funciona se NÃO houver novos gastos, o que é quase impossível, uma vez que o uso do plástico está cada vez mais popularizado entre os consumidores. Neste sentido, pense que a dívida real poderá ser ainda maior, contabilizando-se novos gastos no mês.

Quebre o cartão – No caso de acúmulo de dívidas, não pense duas vezes em quebrar o cartão para evitar novos gastos e procurar o banco emissor para tentar negociar condições de pagamento mais flexíveis. Para saber se a proposta é vantajosa, submeta as faturas para elaboração de perícia contábil e em último caso, busque um advogado ou a Justiça, pois enquanto um débito é discutido judicialmente, você não poderá ser taxado por inadimplente e ter o nome incluído no Serasa e SPC.  

Quite o problema – Uma alternativa interessante é aproveitar a chegada do final do ano e utilizar o 13º salário para abater para da dívida, vender férias e ainda obter um empréstimo com familiares e amigos (desde que essa pessoa não se aproveita para cobrar juros altos!) ao invés de se manter refém dos juros rotativos da operadora do cartão de crédito. Outra dica é ficar atento aos gastos nas lojas de vestuário e calçados que estimulam a utilização do cartão próprio. Muitas pessoas não se dão conta de que o atraso nestes pagamentos vai incidir em juros iguais aos das bandeiras mais conhecidas, afinal são cartões de crédito! Evite estes gastos também.

Por último, lembre que a soma dos gastos de forma alguma pode ultrapassar a renda. Especialistas afirma que o ideal é ter uma dívida mensal no cartão que não comprometa mais que 30% do seu salário.

Receita deposita hoje restituição do penúltimo lote do IR 2012; total passa de R$ 1 bi


A Receita Federal deposita nesta sexta-feira (16) os valores referentes ao sexto lote do Imposto de Renda Pessoa Física 2012. O dinheiro cai na conta do banco que o contribuinte indicou em sua declaração. O lote inclui restituições de 544.619 contribuintes, totalizando R$ 1,089 bilhão
Além do lote referente a este ano, a Receita deposita valores de lotes residuais de 2011, 2010, 2009 e 2008.
Para saber se a declaração foi liberada, o contribuinte deve acessar a página da Receita na internet ou ligar para o Receitafone, no número 146.
Trata-se do penúltimo lote de restituições do IR neste ano. O pagamento do último lote deve ser feito em 17 de dezembro --a consulta geralmente é liberada com uma semana de antecedência.

Beneficiados

Para o exercício de 2012, serão creditadas restituições para um total de 468.001 contribuintes, totalizando R$ 944.176.333,93, já acrescidos da taxa Selic de 4,90 % (maio de 2012 a novembro de 2012). Para o exercício de 2011, serão creditadas restituições para um total de 37.695.
Quanto ao lote residual do exercício de 2010, serão creditadas restituições para um total de 15.594 contribuintes, totalizando R$ 23.662.999,84, já acrescidos da taxa selic de 25,80% (maio de 2010 a novembro de 2012).
Com relação ao lote residual do exercício de 2009, serão creditadas restituições para um total de 11.141 contribuintes, totalizando R$ 17.731.218,49, já atualizados pela taxa selic de 34,26% , (período de maio de 2009 a novembro de 2012).
Referente ao lote residual de 2008, serão creditadas restituições para um total de 12.188 contribuintes, totalizando de R$ 12.104.709,70, já atualizados pela taxa selic de 46,33%, (período de maio de 2008 a novembro de 2012).

Regras

A restituição ficará disponível no banco durante um ano. Se o contribuinte não fizer o resgate nesse prazo, deverá pedi-la por meio da internet.
Caso a restituição não seja creditada no banco, o contribuinte poderá entrar em contato com qualquer agência do Banco do Brasil ou ligar para a Central de Atendimento da instituição por meio do telefone 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (pessoas com deficientes auditivos), para agendar o crédito em conta-corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer banco.

Malha fina

Os contribuintes que não entraram nas relações de restituições liberadas até o momento podem verificar no extrato da Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física 2012 eventuais pendências e se existem motivos para a retenção em malha fina.
O documento está disponível no Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC). Para acessá-lo, é necessário usar o código de acesso gerado na própria página da Receita, ou o certificado digital emitido por autoridade habilitada. Para gerar o código, o contribuinte precisará informar o número do recibo de entrega das declarações de Imposto de Renda dos dois últimos exercícios
FONTE: UOL

IR 2012: ainda não recebeu a restituição? Veja o que fazer.

A Receita Federal do Brasil deposita nesta sexta-feira (16) os valores referentes ao sexto lote do Imposto de Renda Pessoa Física 2012. Este é o penúltimo lote de restituições deste ano.


Caso você tenha direito à restituição e até o momento não obteve o dinheiro depositado, pode significar que sua declaração esteja com alguma inconsistência.
Entretanto, ainda há tempo para entrar no último lote de restituições, que deverá ser pago até o dia 17 de dezembro.

Autorregularização

Geralmente, quando a declaração fica em pendência, é por conta de algum erro feito no momento de declarar o Imposto de Renda, como uma falha de digitação. O supervisor da Receita Federal, Joaquim Adir, orienta que é possível fazer a autorregularização pela internet.
"A pessoa pode acompanhar todos estes processos pelo site da Receita Federal e assim descobrir se há alguma falha de dados e corrigi-la", diz.
O primeiro passo é se cadastrar no sistema e-CAC no site da Receita. Depois o usuário deverá acessar o Extrato Simplificado do IRPF, na opção "Declaração IRPF". Caso haja pendência, o contribuinte deve solucioná-la por meio de uma declaração retificadora com os dados corrigidos.

Declaração retificadora

A declaração retificadora é como um novo documento que substitui o antigo integralmente, devendo conter todos os dados declarados anteriormente, com alterações e exclusões necessárias, assim como informações adicionadas, se for o caso.
O prazo para retificação é de cinco anos. A Receita dá ao contribuinte a opção de fazer a declaração retificadora pela internet, sem instalação do programa. No entanto é permitida apenas para os seguintes contribuintes:
• Para os exercícios 2010 e 2011, é válida tanto para declarações entregues no modelo completo quanto o simplificado.
• Declarações dos exercícios 2008 e 2009 só permitem a retificadora on-line se foram entregues no modelo completo. 
(Com informações do Infomoney)
FONTE: UOL

Receita paga hoje o 6º lote de restituição do IR


Imposto soma R$ 1 bilhão e será devolvido a mais 500 mil contribuintes

A Receita Federal irá pagar, nesta sexta-feira (16), R$ 1,08 bilhão do sexto e penúltimo lote de restituição do Imposto de Renda.

Um total de 544,6 mil contribuintes receberá a grana do imposto devolvido, correspondente ao exercício de 2012 e também aos residuais de 2011, 2010, 2009 e 2008. 

A Receita informa que, se o dinheiro não cair na conta, o contribuinte deve procurar pessoalmente qualquer agência do Banco do Brasil ou ligar para a Central de Atendimento por meio dos telefones 4004-0001 (capitais), 0800-729-001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (deficientes auditivos), para agendar o crédito em conta-corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer banco.


A restituição ficará disponível no banco durante um ano. Se o contribuinte não fizer o resgate neste prazo, deverá requerê-la pela internet, por meio do Formulário Eletrônico — Pedido de Pagamento de Restituição, ou diretamente no e-CAC, no serviço Declaração IRPF.

Para saber se você tem direito ao dinheiro, basta acessar osite da Receita Federal. Outra opção é ligar para o Receitafone, no número 146.

Último lote

O calendário de pagamento dos lotes regulares de restituições começou no dia 15 de junho e vai até o dia 17 de dezembro.

O exercício de 2012 vai devolver a maior quantia de imposto: R$ 944,1 milhões para 468 mil contribuintes. O valor já inclui a correção de 4,90% da taxa básica de juros, a Selic. Mais de 6.000 beneficiados são idosos e irão receber R$ 22 milhões. 

O lote referente a 2011 soma R$ 91,4 milhões, que serão pagos a 37.695 declarantes. Esse valor está acrescido de 15,65% da taxa Selic, correspondente a maio de 2011 a novembro de 2012. 

O imposto residual de 2010 totaliza R$ 23,6 milhões e será creditado a 15.594 contribuintes. A grana já está acrescida da taxa Selic de 25,80% (maio de 2010 a novembro de 2012).

As restituições de 2009 somam R$ 17,7 milhões e beneficiarão 11.141 contribuintes. A Selic de maio de 2009 a novembro de 2012 agrega 34,26% ao total. 

Já o exercício referente a 2008 irá devolver R$ 12,1 milhões a 12.188 contribuintes. O valor foi corrigido em 46,33% pela taxa básica de juros (maio de 2008 a novembro de 2012). 

Outros lotes 

Se você deixou para entregar a declaração nos últimos dias e não fizer parte do penúltimo lote, tenha calma porque seu dinheiro vai chegar. 

Ainda resta uma última parcela da restituição, em dezembro. A liberação do dinheiro ocorre sempre na virada da primeira para a segunda quinzena do mês. 

Em 2012, a Receita Federal esperava por 25 milhões de declarações, mas a entrega superou as expectativas e o órgão recebeu 25,2 milhões de documentos, com base no ano de 2011.
Fonte: Portal R7 

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Palestra “Pericia – Uma Oportunidade para o Profissional Contábil”

O CRC/MS convida os Profissionais da Contabilidade e Acadêmicos de Ciências Contábeis para participarem da Palestra “Pericia – Uma Oportunidade para o Profissional Contábil”.

Será no dia 23/11/12, às 08h, no Auditório da CDL – Câmara de Dirigentes Lojistas – Rua Antonio Correa, 417, Bairro Monte Líbano, Campo Grande. O investimento para participação é de R$ 50,00 para Profissionais da Contabilidade Regulares , R$ 30,00 para os Acadêmicos de CCo não inscritos no CRC/MS e de R$ 100,00 para os demais interessados.

Inscrições e Informações no CRC/MS: Rua Euclides da Cunha, 994, Jardim dos Estados, Campo Grande, Fone: (67) 3326-0750, Ramais: 212 e 222, E-Mail: eventos@crcms.org.br.

Será ministrada pelo Palestrante José Joaquim Boarin - Técnico em Contabilidade, Contador, Atuário, Advogado, Juiz Arbitral, Ex-Diretor da UNIFECAP a mais antiga Escola de Contabilidade de São Paulo, Ex responsavel pelo Exame de Suficiência do CFC, Coordenador do Exame de Suficiência em São Paulo e Titular da Cadeira 47 da Academia Paulista de Contabilidade.

A palestra integra a programação do XIII Encontro Estadual de Contabilidade do Mato Grosso do Sul que o CRC/MS realizará no dia 23/11/12, visando oportunizar a discussão de temáticas pertinentes ao novo rumo do universo contábil e reflexões a respeito de temas relevantes ao exercício da profissão contábil, bem como promover a conscientização quanto ao papel do contabilista junto à sociedade em parceria do CFC - Conselho Federal de Contabilidade, SESCON/MS - Sindicato da Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramentos, Perícias Informações e Pesquisas no Estado de MS, Revista Total Saúde, SCI Sistemas Contábeis e CDL – Câmara de Dirigentes Lojistas de Campo Grande.


Autor: Marli Nascimento 
Fonte: Imprensa – CRC/MS

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Os 10 carros mais econômicos de 2012 segundo nova lista do Inmetro.

Veja dos dez carros mais econômicos de acordo com o Inmetro.

Fiat Mille Fire Economy 1.0 - Nota A: 8,9/12,7 km/l na cidade; 10,7/15,6 km/l na estrada (etanol/gasolina)
Fiat Uno Evo Economy 1.4 - Nota A: 8,7/12,5 km/l na cidade; 10,4/15,2 km/l na estrada (etanol/gasolina)
Renault Clio 1.0 (todos) - Nota A: 9,5/14,3 km/l (básico) e 9,1/ 13,1 km/l (com ar e direção) na cidade; 10,7/15,8 km/l (básico) e 9,6/14,3 km/l (ar e direção) na estrada (etanol/gasolina)
Peugeot 207 Blue Lion 1.4 - Nota A: 7,8/11,6 km/l na cidade; 10/15 km/l na estrada (etanol/gasolina)

Fiat Siena Fire 1.0 - Nota A: 8.2/12 km/l na cidade; 9,8/14.1 km/l na estrada (etanol/gasolina)
Volkswagen Gol G4 Ecomotion 1.0 - Nota A: 8,4/12 km/l na cidade; 9,8/14,1 km/l na estrada (etanol/gasolina)

Hyundai HB20 1.0 (todos) - Nota A: 7,6/11,5 km/l na cidade e 9,8/14,5 na estrada (etanol/gasolina)

Toyota Etios hatch 1.3 e 1.5 (todos) - Nota A: 8,5/12,5 km/l (1.3) e 8,5/12,4 km/l (1.5) na cidade; 9/13 km/l (1.3) e 8,9/13,4 km/l (1.5) na estrada (etanol/gasolina)
Renault Sandero 1.0 16V (todos) - Nota A: 8/12,1 km/l na cidade; 8,8/13 km/l na estrada (etanol/gasolina)
Volkswagen Gol 1.0 - Nota A: 7,7/11,6 km/l (básico e City) e 8,0/11,8 km/l (Bluemotion) na cidade; 9,6/13,9 km/l (básico e City) e 10,1/14,9 km/l (Bluemotion) na estrada (etanol/gasolina)

FONTE: UOL






segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Receita sugere aplicar restituição do IR em títulos do governo; veja se vale a pena


Os contribuintes que já tiveram sua restituição de Imposto de Renda liberada têm recebido a sugestão, no site da Receita Federal, de investir o dinheiro em títulos públicos do governo federal.
Para especialistas em finanças pessoais, a opção é interessante, mas só para quem planeja deixar o dinheiro investido por mais de um ano.
Nesta semana, a Receita Federal liberou a consulta aoterceiro lote de restituições do Imposto de Renda da Pessoa Física de 2012. O dinheiro poderá ser sacado a partir do próximo dia 15.

'Liquidez, segurança e rentabilidade'


Ao consultar sua situação no site da Receita e constatar que sua restituição foi liberada, o contribuinte lê na página do órgão a seguinte orientação: "Confira as oportunidades que o Tesouro Direto traz. Para o contribuinte que busca liquidez, segurança e rentabilidade, títulos públicos representam uma excelente alternativa de investimento a custos muito baixos."
O texto termina com um link para o site do Tesouro Direto, programa que tem por objetivo popularizar os investimentos em títulos do governo federal. A Receita vem dando essa orientação desde o ano passado.
Para especialistas em finanças pessoais, esses títulos são mesmo um bom destino para a restituição do IR, independentemente do valor que o contribuinte tem a receber.
O limite mínimo para compra é de 10% do valor do título. Atualmente, o título de menor valor à venda custa R$ 749,98. Portanto, com R$ 74,99 já é possível começar a investir.

Principal vantagem é a segurança


A principal vantagem dos títulos, dizem os analistas, é a segurança.
"Em momentos como esse, em que as pessoas estão muito preocupadas com os desdobramentos da crise financeira, é um investimento bastante seguro. A chance de o governo não honrar o pagamento é muito pequena", diz o educador financeiro Conrado Navarro.
Alguns títulos também protegem o investidor de uma eventual alta de preços. As NTN-B (Nota do Tesouro Nacional – Série B), por exemplo, são indexadas (corrigidas) pela inflação. Assim, mesmo que o rendimento não seja tão alto, o investidor tem a certeza de que pelo menos não perderá poder de compra, alerta Navarro.
O professor de finanças pessoais Ricardo Humberto Rocha, do Insper, aponta ainda outro benefício dos títulos: o custo. "É baixo se comparado àquele dos fundos de renda fixa", diz.

Taxas cobradas


Quem investe no Tesouro, fora as taxas de negociação (0,10% do valor do título) e de custódia (0,3% ao ano), precisa pagar uma taxa à corretora –em alguns casos, diz Rocha, essa cobrança nem é feita.
A aplicação no Tesouro, assim como o investimento em renda fixa, sofre ainda incidência de Imposto de Renda. Nos dois casos, quanto menor o prazo do investimento, maior é a alíquota.
Para investir na renda fixa, porém, é preciso pagar uma taxa de administração. Essa taxa é mais alta se o valor investido for pequeno. Assim, se o valor da restituição for baixo, os fundos de renda fixa deixam de ser atrativos.

Poupança é melhor opção no curtíssimo prazo


Para quem pretende investir o dinheiro por pouco tempo --menos de um ano-- a poupança é a melhor saída, na opinião dos especialistas, até porque não exige nenhum conhecimento prévio do mercado financeiro.
O rendimento do Tesouro Direto costuma superar o da poupança, mas sobre a caderneta não há incidência de IR.
Uma calculadora elaborada pelo economista Samy Dana, blogueiro do UOL, ajuda a comparar os retornos de cada tipo de investimento de acordo com o valor da aplicação, o prazo e a taxa básica de juros (Selic).

'Receita usa espaço privilegiado', diz advogada


Do ponto de vista do investidor, a aplicação em títulos públicos pode ser uma boa opção, mas do ponto de vista do consumidor a sugestão da Receita levanta dúvidas. Afinal, o órgão do governo sugere que o contribuinte aplique seu dinheiro no próprio governo.
"A orientação não chega a ser abusiva, mas a Receita está usando um espaço privilegiado para direcionar as pessoas", diz a coordenadora institucional da associação de consumidores Proteste, Maria Inês Dolci.
A Receita não quis se pronunciar sobre essa crítica.
FONTE: UOL